Luciano Pereyra — El Viejo Matias letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "El Viejo Matias" de Luciano Pereyra.

Letra

La lluvia y el viento eran dos hermanos
Corriendo furiosos por el terrapln
Y en un banco oscuro mojado y mugriento
l se acomodaba su uniforme gris
El viejo Matas duerme en cualquier parte
Un fantasma errante le toca la piel
Pero cuando llueve sus despojos buscan
La estacin de chapas de Paso del Rey
Es cuco de nios y de no tan nios
Su figura triste cruzando el andn
Porque nadie ha visto sus ojos cansados
La cruz del olvido temblando en sus pies
A veces murmura cosas incoherentes
Habla de la guerra, imita el can
Y otras veces pone en sus ojos un nio
Y acuna en sus brazos su bolso marrn
Cuando llegan trenes repletos de obreros
Se pone contento, brilla su mirar
Gorrin de la tarde quiere hablar con todos
Y despus se queda solo en el andn
Se queda mirando las vas vacas
La luz que se pierde, el tren que pas
Y despus se aleja murmurando cosas
El viejo Matas ogro del lugar

Tradução da letra

A chuva e o vento eram dois irmãos
Correndo furiosos pelo aterro
E em um banco escuro molhado e sujo
l estava acomodando seu uniforme cinza
O velho Matas dorme em qualquer lugar
Um fantasma errante toca lhe a pele
Mas quando chove seus miudezas procuram
A estao de chapas de passagem do Rei
É cuco de nios e de não tão nios
Sua figura triste cruzando o andn
Porque ninguém viu seus olhos cansados
A cruz do esquecimento tremendo em seus pés
Às vezes murmura coisas incoerentes
Fala da guerra, imita o can
E, outras vezes, põe em seus olhos um nio
E embala em seus braços sua bolsa marrn
Quando chegam comboios cheios de operários
Ele fica feliz, brilha seu olhar
Gorrin da tarde quer falar com todos
E depois fica sozinho no andn
Ele está a olhar para as vacas
A luz que se perde, o trem que pas
E depois ele se afasta murmurando coisas
O velho matas ogro do lugar