Luc De Larochellière — Amère America letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Amère America" de Luc De Larochellière.
Letra
Moi, j' suis né du bon bord
Du bord de l’Amérique
De l’Amérique du Nord
Le royaume apathique
D’une ville tranquille
Où à chaque matin
J' bois ma tasse de café
Sans trop m' salir les mains
M' salir les mains
Toi, t’es né de l’autre bord
Tout au bord de la mer
Mais ça, c’est tout ce qui t' reste
Chaque fois, mon bord s’en mêle
Tu crèves de faim au milieu d’un jardin
Où tu cueilles le café
Que j' bois à chaque matin
À chaque matin
Amère America
Moi, j' suis né du bon bord
Du bord où y a pas d' guerre
Là où on peut encore
Camoufler la misère
Après l' dîner, quand j' regarde la télé
J' vois ton bord déchiré
Sans me sentir concerné
Concerné
Toi, t’es né de l’autre bord
C’est la révolution
Pour un oui, pour un non
C’est la disparition
Révolution bonne pour l'économie
Car la balle qui te tue vient de mon Amérique
Amère America
Mais là, t’es couché au bord
Au bord d’un bidonville
Là où y a plus d’espoir
Que sur ma terre d’argile
Car si un jour
Un monde doit s'écrouler
Dis-toi bien qu' c’est mon tour
Mon bord, ce sera le premier
Amère America
Tradução da letra
Nasci do lado direito
Do extremo da América
Da América Do Norte
O Reino apático
De uma cidade tranquila
Onde todas as manhãs
Bebo a minha chávena de café.
Sem muitas mãos sujas
As minhas mãos sujas
Nasceste do outro lado.
Tudo junto ao mar
Mas é tudo o que te resta.
Cada vez, a minha vantagem fica no caminho
Estás a morrer de fome no meio de um jardim.
Onde você escolhe café
Que bebo todas as manhãs
Manha
América Amarga
Nasci do lado direito
Do limite onde não há guerra
Onde ainda podemos
Miséria camuflada
Depois do jantar, quando vejo televisão
Vejo a tua borda rasgada
Sem sentir preocupação
Preocupacao
Nasceste do outro lado.
Esta é a revolução.
Por um sim, por um não
É o desaparecimento
Revolução boa para a economia
Porque a bala que te mata vem da minha América.
América Amarga
Mas agora estás deitado no limite
À beira de uma favela
Onde há mais esperança
Do que na minha terra de Barro
Porque se um dia
Um mundo deve desmoronar-se
Diz a ti mesmo que é a minha vez.
A minha vantagem, será a primeira
América Amarga