Lou Reed — The Debt I Owe letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Debt I Owe" de Lou Reed.
Letra
Every day, several times a day, a thought comes over me
I owe more debts than I ever can pay back more money than I’ll ever see
I walk around the streets of Coney Island
I look through the windows of every store
I peep through the hallways and the doorways and I think of this debt I owe
I feel like a piece of crushed wreckage, some smashed car in a salvage yard
A vision of an old newspaper blown across an old navy yard
A curbstone chipped and beaten, a piece of gum stuck to a shoe
An empty pack of used matches, an empty version of you
People stroll and they saunter like papercups thrown in the trash
They’re crawling all over the sidewalks, their wallets stuck in their pants
And it comes over me like a mist rising, a fog falling over a ship
The bell is ringing out danger, but it’s too late to cancel this trip
I see the mist rising before me, my hand reappears by my face
By my waist a cold empty pocket, on my wrist the tears from your face
And I think of what I thought this cold morning, it’s the same thing I’m
thinking at three
I owe more than I can ever pay back, more than I’ll ever see
I think of what I thought this cold morning, I think of what I’m thinking at
three
At ten and at midnight the same damn thing, I wish this debt was about money
Tradução da letra
Todos os dias, várias vezes por dia, um pensamento vem sobre mim
Devo mais dívidas do que alguma vez poderei pagar mais dinheiro do que alguma vez verei
Ando pelas ruas de Coney Island
Olho através das janelas de todas as lojas
Olho pelos corredores e pelas portas e penso nesta dívida que devo.
Sinto-me como um pedaço de destroços esmagados, um carro esmagado num ferro-velho
Uma visão de um jornal velho, espalhado por um velho estaleiro naval.
Uma pedra lascada e espancada, uma pastilha presa a um sapato
Um pacote vazio de correspondências usadas, uma versão vazia de si
As pessoas passeiam e caminham como papeladas atiradas para o lixo.
Estão a rastejar pelos passeios, com as carteiras presas nas calças.
E vem sobre mim como uma névoa a subir, uma névoa a cair sobre um navio
O sino está a tocar perigo, mas é tarde demais para cancelar esta viagem.
Vejo a neblina a subir à minha frente, a minha mão reaparece na minha cara
Pela minha cintura um bolso frio e vazio, no meu pulso as lágrimas do teu rosto
E eu penso no que eu pensei esta manhã fria, é a mesma coisa que eu sou
pensar aos três
Devo mais do que alguma vez poderei pagar, mais do que alguma vez verei
Penso no que pensei esta manhã fria, no que estou a pensar.
três
Às dez e à meia-noite a mesma coisa, quem me dera que esta dívida fosse por Dinheiro.