Los Jaivas — Amor Americano letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Amor Americano" de Los Jaivas.

Letra

Sube conmigo, amor americano
Besa conmigo las piedras secretas
La plata torrencial del Urubamba
Hace volar el polen a su copa amarilla
Vuela el vacío de la enredadera
La planta pétrea, la guirnalda dura
Sobre el silencio del cajón serrano
Amor, amor, hasta la noche abrupta
Desde el sonoro pedernal andino
Hacia la aurora de rodillas rojas
Contempla el hijo ciego de la nieve
Oh, Wilkamayu de sonoros hilos
Cuando rompes tus truenos lineales
En blanca espuma, como herida nieve
Cuando tu vendaval acantilado
Canta y castiga despertando al cielo
¿Qué idioma traes a la oreja apenas
Desarraigada de tu espuma andina?
Amor, amor, no toques la frontera
Ni adores la cabeza sumergida
Deja que el tiempo cumpla su estatura
En su salón de manantiales rotos
Y entre el agua veloz y las murallas
Recoge el aire del desfiladero
Las paralelas láminas del viento
El canal ciego de las cordilleras
El áspero saludo del rocío
Y sube, flor a flor, por la espesura
Pisando la serpiente despeñada
Ven a mi propio ser, al alba mía
Hasta las soledades coronadas
El reino muerto vive todavía

Tradução da letra

Sobe comigo, amor americano
Beija comigo as pedras secretas
A prata torrencial do Urubamba
Faz o pólen voar para o seu copo amarelo
Voe o vazio da trepadeira
A planta pétrea, a guirlanda dura
Sobre o silêncio da gaveta serrano
Amor, amor, até a noite abrupta
Do som pederneira andino
Para a aurora de joelhos vermelhos
Contemple o filho cego da neve
Oh, Wilkamayu de fios sonoros
Quando você quebra seus trovões lineares
Em espuma branca, como ferida neve
Quando seu penhasco vendaval
Cante e castiga acordando para o céu
Que língua você traz para o ouvido mal
Desarraigada da tua espuma andina?
Amor, amor, não toque na fronteira
Nem adores a cabeça submersa
Deixe o tempo cumprir sua estatura
Em seu salão de primavera quebrado
E entre a água rápida e as muralhas
Recolha o ar do desfiladeiro
As paralelas lâminas do vento
O canal cego das cordilheiras
A saudação áspera do orvalho
E sobe, flor a flor, pela espessura
Pisando a cobra desbotada
Vem ao meu próprio ser, ao amanhecer meu
Até as solidades coroadas
O reino morto ainda vive