Los Delinquentes — Chinchetas en el aire letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Chinchetas en el aire" de Los Delinquentes.

Letra

El tiempo no te da igual
Y si me esperas
Te desespera, eso ya lo sé
Me marcho pa trabajar y cuando vuelva
Traigo semillas pa dos cafés
Estoy durmiendo en el trigal que al paso voy
Por el sendero
Que pereza de despertarme
Entrañas de la realidad, ahogando el ácido en el infierno
Y nunca quiero terminar, terminar…
Me marcho pa trabajar y a veces tengo
Que falsamente sonreir
El viento me daba igual, y a mí me lleva
Lo que me queda está por venir
ESTRIBILLO
Y una casa de cartón para poderte amar
Y rápido quito el cielo de nubes negras
Yo sueño con tu calor, no quiero despertar
Tus dunas y unas cortinas dentro la cueva, dentro la cueva…
La cueva bien me sabe…
Soñando con tu cueva…
Y el hongo de la tapia baja, subiendo por la cañería
Y yo no paro con el gas…
Cuando acabamos de empezar y vecinas con la boca abierta
Enchufa al niño y a llorar, y a llorar…
La acequia va a reventar con las tortugas
Bocas arriba sin poner pie
Y el aire venía ya lleno chinchetas
Y sus maletas yo llevaré
ESTRIBILLO
Y una casa de cartón para poderte amar
Y rápido quito el cielo de nubes negras
Yo sueño con tu calor, no quiero despertar
Tus dunas y unas cortinas dentro la cueva, dentro la cueva…
La cueva bien me sabe, me desperté esta mañana
Soñando con tu cueva, mi espalda y una alcayata
La cueva bien me sabe, la muerte de los claveles
Soñando con tu cueva, llegó como yo esperaba
La cueva bien me sabe, soy perro que no obedece
Soñando con tu cueva, Dios me dió cara de fantasma
Pa quemar…
Pa quemar mis pestañas

Tradução da letra

O tempo não te interessa
E se esperares por mim
Está a desesperar-Te, eu sei disso
Eu sair pa trabalhar e quando eu voltar
Eu trago sementes pa dois cafés
Estou dormindo no trigal que ao passo vou
Pelo caminho
Que preguiça de acordar
Entranhas da realidade, afogando o ácido no inferno
E eu nunca quero terminar, terminar…
Eu vou trabalhar pa e às vezes eu tenho
Que falsamente sorrir
O vento dava-me igual, e a mim Leva-me
O que me resta está por vir
Refrão
E uma casa de papelão para te amar
E rápido tiro o céu de nuvens negras
Eu sonho com seu calor, não quero acordar
Suas dunas e algumas cortinas dentro da caverna, dentro da caverna…
A caverna bem me sabe…
Sonhando com sua caverna…
E o fungo da tapia desce, subindo pela canalização
E eu não paro com o gás…
Quando acabamos de começar e vizinhos com a boca aberta
Conecte a criança e a chorar, e a chorar…
A acequia vai rebentar com as tartarugas
Bocas para cima sem pôr os pés
E o ar já estava cheio de percevejos
E as suas malas eu levo
Refrão
E uma casa de papelão para te amar
E rápido tiro o céu de nuvens negras
Eu sonho com seu calor, não quero acordar
Suas dunas e algumas cortinas dentro da caverna, dentro da caverna…
A caverna bem me sabe, acordei esta manhã
Sonhando com sua caverna, minhas costas e uma alcayata
A caverna bem me sabe, a morte dos cravos
Sonhando com sua caverna, ele chegou como eu esperava
A caverna bem me sabe, sou cão que não obedece
Sonhando com sua caverna, Deus me deu cara de fantasma
Pa queimar…
Pa queimar meus cílios