Los Caligaris — La Montaña letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Montaña" de Los Caligaris.

Letra

Hoy no voy a cantarle al sol, ni al mar
Ni a las estrellas, ni a casitas de muñecas
Hoy sólo quiero contar cómo me siento
Estoy viviendo un dia en blanco y negro
Asi, que no me vengan a hablar de amor
Porque yo soy un monumento al malhumor
Y mi sonrisa siempre fue una mala actriz
¿Cómo puede una ciudad estar tan gris?
No hay luz en casa pero con la vela alcanza
Para alumbrarme la amargura, dos o tres puntos de sutura
No hay luz en casa pero con la vela alcanza
Y en un reves a mi destino, un dia de estos yo me animo
Hoy no hay metáforas, voy a ser sincero
Las cosas no me están saliendo como quiero
Es una tarde en la que siento que una fiesta
Seria dormir treinta y cinco años la siesta
De vez en cuando caigo en estos agujeros
Pido licencia el humor que siempre tengo
Soy mil de azucar para una sola de sal
Tengo derecho yo a sentirme un dia mal
No hay luz en casa pero con la vela alcanza
Para alumbrarme la amargura, dos o tres puntos de sutura
Y en un reves a mi destino, un dia de estos yo me animo
Me voy a ir a vivir a la montaña
Donde todo es poco, pero igual alcanza
Me voy a ir a vivir a la montaña
Y que me despierte el sol a la mañana
Me voy a ir a vivir a la montaña
Donde todo es poco, pero igual alcanza
Me voy a ir a vivir a la montaña
Y que me despierte el sol en la mañana
Me voy a ir a vivir a la montaña
Y que me despierte el sol a la mañana
(No como en la ciudad que el sol te dice:
Andate a dormir…)

Tradução da letra

Hoje não vou cantar ao sol, nem ao mar
Nem às estrelas, nem a casinhas de bonecas
Hoje só quero contar como me sinto
Estou vivendo um dia em preto e branco
Assim, não me venham falar de amor
Porque eu sou um monumento ao mau humor
E o meu sorriso sempre foi uma má actriz
Como pode uma cidade ser tão cinzenta?
Não há luz em casa mas com a vela chega
Para iluminar a amargura, dois ou três pontos
Não há luz em casa mas com a vela chega
E em um reves ao meu destino, um dia destes eu me encorajo
Hoje não há metáforas, vou ser sincero
As coisas não estão me saindo como eu quero
É uma tarde em que eu sinto que uma festa
Seria dormir trinta e cinco anos, a sesta
De vez em quando caio nesses buracos
Peço licença o humor que sempre tenho
Sou mil de açúcar para uma só de sal
Tenho o direito de me sentir um dia mau
Não há luz em casa mas com a vela chega
Para iluminar a amargura, dois ou três pontos
E em um reves ao meu destino, um dia destes eu me encorajo
Vou viver para a montanha
Onde tudo é pouco, mas ainda consegue
Vou viver para a montanha
E que o sol me acorde de manhã
Vou viver para a montanha
Onde tudo é pouco, mas ainda consegue
Vou viver para a montanha
E que o sol me acorde de manhã
Vou viver para a montanha
E que o sol me acorde de manhã
(Não como na cidade que o sol lhe diz:
Vai dormir…)