Lofofora — Carapace letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Carapace" de Lofofora.
Letra
Les coups de loose, les coups de lattes
Les coups de blues ça nous blesse
Des casseroles que l’on traîne
Des wagons et des caisses
Des fardeaux qui nous freinent
Malgré le temps qui presse
Les cicatrices nous laissent seuls face à nos faiblesses
On se croyait invincible
Et le sort nous transperce
S’acharne à prendre cible
La peau la moins épaisse
Tout le monde se cache
La carapace ne laisse plus passer l’air
Nous enferme à la place
On voit déjà, là nos traces
Rien jamais ne s’efface
Sous le masque des lâches
Alors on déballe les armures
Et les figures de carnaval
Fabriquent une image qui rassure
Pour conjurer le mal
Roule les épaules, joue les durs
Au fond des gilets pare-balles
Au fur et à mesure
Le mépris s’installe
Regard glacé, rase les murs
Nul ne découvre la faille
Ainsi commence le jeu de la poutre et la paille
Dévoile-moi ton vrai visage
Sans fard et sans maquillage
Montre-moi ton épiderme
Je saurai si je t’aime
Ou si jamais je te hais
Piégés dans nos propres rôles
Installées dans nos protocoles
Plantés dans le sillon qu’on creuse les deux pieds dans la colle
Devine ce que dissimule cette parodie lourde et molle
Pèse le poids de l’imposture, posée sur nos épaules
Nous v’là beaux, costumes d’apparat, en haut des miradors
Qui se préoccupe de savoir qui a raison ou tort?
Tous pris dans la carapace
Tradução da letra
Os golpes de soltos, os golpes de slats
A tristeza sopra magoa-nos
Potes que arrastamos
Carros e caixas
Fardos que nos retêm
Apesar do tempo de pressão
As cicatrizes deixam-nos sozinhos perante as nossas fraquezas
Pensávamos que éramos invencíveis.
E o destino nos perfura
Procura atingir o alvo
A pele menos espessa
Todos se escondem
A carapaça já não deixa o ar passar
Em vez disso, prendam-nos.
Já podemos ver os nossos vestígios aqui.
Nunca nada desaparece
Sob a máscara de covardes
Então desfizemos a armadura
E figuras do Carnaval
Faça uma imagem que tranquilize
Para afastar o mal
Rola os ombros, joga duro
No fundo dos coletes à prova de bala
À vontade.
O desprezo instala-se
Gélido olhar, derrama as paredes
Ninguém descobre a falha
Assim começa o jogo do feixe e da palha
Mostra - me a tua verdadeira cara
Sem cor e maquilhagem
Mostra-me a tua epiderme.
Saberei se te amar
Ou se alguma vez te odiar
Presos nos nossos próprios papéis
Instalado em nossos protocolos
Plantado no sulco que cavamos os dois pés na cola
Adivinha o que esta paródia pesada e suave esconde.
Pesa o peso da impostura, colocada sobre os nossos ombros.
Nós estamos lá lindos, figurinos do apparat, no topo dos miradores
Quem se importa com quem está certo ou errado?
Todos presos na concha