Litfiba — Sottile Ramo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Sottile Ramo" de Litfiba.
Letra
quando un desiderio incoffesabile rimane spento
quando la ragione confonde il vuoto con l’immenso
sei tu che dormi al mio fianco sei tu che dormi al mio fianco
e muore in bocca nel respiro la parola
il peso delle frasi non dette
l’essenza di chi tace e acconsente
ma che sar? di me chi mi dar? la mano
il cielo che minaccia tempesta
l’odore del silenzio innocente
sospeso col mio corpo ad un sottile ramo
ad un sottile ramo
ora il cuore si fa spazio e prova a camminare
con ritmi e cadenze incessanti mi lascia senza respirare
e non ti accorgi che piango
e non ti accorgi che piango
e muore nelle lacrime anche l’ultima parola
il peso delle frasi non dette
l’essenza di chi tace e acconsente
ma che sar? di me chi mi dar? la mano
il cielo che minaccia tempesta
l’odore del silenzio innocente
sospeso col mio corpo ad un sottile ramo
mi giro con un gesto elegante
capire che chi tace? perdente
domandami se forse arriver? lontano
nemmeno l’ombra delle tempeste
il suono della voce suadente
non sono pi? sospeso ad un sottile ramo
moriva in bocca nel respiro la parola
moriva in bocca nel respiro la parola
(Grazie a Ciccio per questo testo)
Tradução da letra
quando um desejo inabalável permanece extinto
quando a razão confunde o vazio com o imenso
estás a dormir ao meu lado estás a dormir ao meu lado
e a palavra morre na boca na respiração
o peso das frases não ditas
a essência do silêncio e do consentimento
o que vou fazer? quem é que eu dou? mao
a tempestade ameaçadora do céu
o cheiro do silêncio inocente
suspenso com o meu corpo a um ramo fino
para um ramo fino
agora o coração abre espaço e tenta andar
com ritmos e cadências incessantes deixa-me sem fôlego
e não reparem que estou a chorar
e não reparem que estou a chorar
e morre em lágrimas até a última palavra
o peso das frases não ditas
a essência do silêncio e do consentimento
o que vou fazer? quem é que eu dou? mao
a tempestade ameaçadora do céu
o cheiro do silêncio inocente
suspenso com o meu corpo a um ramo fino
Viro-me com um gesto elegante
compreende quem está em silêncio? perdedor
pergunta-me se arriver. longe
nem mesmo a sombra das tempestades
o som da voz suadente
não são pi? suspenso num ramo fino
morreu na boca no sopro a palavra
morreu na boca no sopro a palavra
(Agradecimentos a Ciccio por este texto)