Libitina — Painted Whiter Than White letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Painted Whiter Than White" de Libitina.

Letra

You painted a picture of me so very white
Pure as the treacherous ice that grew between us
And when I failed to live up to your zealous image
The portrait you painted whiter than white
A shade too pale for me
The brush slipped to reveal
A shade that was truly me
You needed more than I could have ever been
You took more from me than I had to give
You wanted more than I could ever have been
You left me less than I have ever been
And the all that I gave you was never enough
To sate the possessiveness of your jealous soul
Hailed as messiah
Apotheosis beckoned
But the sanctity of godhead didn’t last long
It turned to whipping-boy and then to pariah
Led on by devotion to my slaughter
You needed more than I could have ever been
You took more from me than I had to give
You wanted more than I could ever have been
You left me less than I have ever been
I gave you my love and kindness too
You took it all and more
I’m down on my knees
But what can I do?
Because I still love you
An overbearing fear of imagined loss
Blinded you to the nature of my faithful soul
You offered no life beyond your watchful gaze
Love was crushed as the walls closed in
And joy died with identical days
Confined in the prison of your own making

Tradução da letra

Pintaste-me um retrato tão branco.
Puro como o gelo traiçoeiro que cresceu entre nós.
E quando falhei em viver à tua imagem zelosa
O retrato que pintaste mais branco que branco
Uma sombra demasiado pálida para mim
A escova escorregou para revelar
Uma sombra que era verdadeiramente eu
Precisavas de mais do que eu poderia ter sido
Tiraste-me mais do que eu tinha para dar
Querias mais do que eu poderia ter sido
Deixaste-me menos do que alguma vez fui
E tudo o que te dei nunca foi suficiente
Para saciar a possessividade da tua alma ciumenta
Saudado como Messias
Apoteose acinzentada
Mas a santidade da divindade não durou muito.
Transformou - se em chicoteador e depois em pária.
Guiado pela devoção à minha matança
Precisavas de mais do que eu poderia ter sido
Tiraste-me mais do que eu tinha para dar
Querias mais do que eu poderia ter sido
Deixaste-me menos do que alguma vez fui
Também te dei o meu amor e bondade.
Levaste tudo e mais
Estou de joelhos
Mas o que posso fazer?
Porque ainda te amo
Um medo arrogante da perda imaginária
Cegou-te para a natureza da minha alma fiel
Não ofereceste vida para além do teu olhar vigilante
O amor foi esmagado enquanto as paredes se fechavam
E a alegria morreu com dias idênticos
Confinado na prisão de sua própria criação