Leslie Cartaya — Bolero blue letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Bolero blue" de Leslie Cartaya.

Letra

El champán en hielo,
Las velas prendidas,
El agua en burbujas,
Mi piel encendida.
La fiesta que espera
Y mi cuerpo no tiene medidas.

La música suena,
La casa está a oscuras,
Titilan estrellas afuera y la luna
Me mira celosa y quisiera
Conmigo ser una.

Pero no espero a nadie
Ni nadie me espera,
Solo el fuego que quema
Y esta borrachera.
Soy planeta
Que da vueltas vagando
En su propia estela.

Pero no espero a nadie
Ni nadie me espera,
Solo el fuego que quema
Y esta borrachera.
Soy planeta
Que da vueltas vagando
En su propia estela.

Y es que nada es suficiente
Para esta cintura.
No, nadie tiene remedio,
Es que no existe cura.
No ha nacido el mortal
Que comprenda,
Que comprenda mi locura.

No hay huracán que rinda
Ni casca la que alcance,
No hay comida suficiente
Pa´ saciar mi hambre.
No hay droga que calme mi sed
Ni agua que cure a mi enfermedad.

Porque no espero a nadie
Ni nadie me espera,
Solo el fuego que quema
Y esta borrachera.
Soy planeta
Que da vueltas vagando
En su propia estela.
Soy planeta que da vueltas.

Porque no espero yo,
No espero a nadie
Ni nadie me espera,
Solo el fuego que quema
Y esta borrachera.
Soy planeta
Que da vueltas vagando
En su propia estela.

Soy planeta que da vueltas
En su propia estela.
Planeta que da vueltas
En su propia estela.

Tradução da letra

O champanhe no gelo, as velas acesas, a água nas bolhas, a minha pele acesa.
A festa que espera e o meu corpo não tem medidas.

A música toca, a casa está escura, as estrelas cintilam lá fora e a lua olha para mim com ciúmes e gostaria de ser uma.

Mas eu não espero por ninguém e ninguém me espera, apenas o fogo que queima e esta bebedeira.
Eu sou um planeta que vagueia em seu próprio rastro.

Mas eu não espero por ninguém e ninguém me espera, apenas o fogo que queima e esta bebedeira.
Eu sou um planeta que vagueia em seu próprio rastro.

E nada é suficiente para esta cintura.
Não, ninguém tem remédio, é que não existe cura.
Não nasceu o mortal que compreenda, que compreenda a minha loucura.

Não há furacão que rende ou casca que eu alcance, não há comida suficiente Pa saciar a minha fome.
Não há drogas que acalmem a minha sede nem água que cure a minha doença.

Porque não espero ninguém nem ninguém me espera, só o fogo que queima e esta bebedeira.
Eu sou um planeta que vagueia em seu próprio rastro.
Sou um planeta em movimento.

Porque não estou à espera, não estou à espera de ninguém e ninguém está à minha espera, só o fogo que queima e esta bebedeira.
Eu sou um planeta que vagueia em seu próprio rastro.

Eu sou um planeta que gira em seu próprio rastro.
Planeta que gira em sua própria esteira.