Les Ogres De Barback — Matelot letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Matelot" de Les Ogres De Barback.
Letra
C’est r’parti pour trois mois
De galère en bateau
J’me présente: je suis moi
Un sacré matelot
Fils d’ivrogne militaire
Moi j’ai dit non aux armes
Et ma famille en larme
J’l’ai quittée pour la mer
Y’a des soirs comme ce soir
J’arrive pas à dormir
Alors je fouille ma mémoire
Et me revient ce sacré souvenir
Ah, c’te sacrée cabane
Où l’on rêvait se foutant bien du monde
Nous on fumait les lianes
Et on s’bourrait la gueule à bière blonde
Ouais c’te putain d’cabane
Où se jouait du pipeau et parfois du couteau
C’est là qu’on ramenait nos femmes
Et toute la nuit on parlait de bateau
Mais voilà, c’est fini
Les temps ont bien changé
Plus j’avance plus j’suis pourri
J’navigue plus qu’pour le blé
Ça devient un cauchemar
Mon navire va couler
Et tous mes potes m’ont dit au r’voir
Et j’dégueule chaqu’fois qu’faut naviguer
Ce n’est pas mes habitudes
De penser faut s’flinguer
Alors, pour fuire la solitude
Je remue bien le fond de mes pensées
Ah ! c’te sacrée cabane
Où l’on rêvait se foutant bien du monde
Nous on fumait les lianes
Et on s’bourrait la gueule à bière blonde
Ouais, c’te putain d’cabane
Où se jouait du pipeau et parfois du couteau
C’est là qu’on ramenait nos femmes
Et toute la nuit on parlait de bateau
Un poivrot avachi voilà c’que j’suis dev’nu
Garçon, un aut' demi ! naviguer je peux plus
Alors l’soir sur les ports
C’est la tournée des rades
Où je traîne jusqu'à l’aurore
Au violon dingue où la Guinness se brade
Et j’reste collé des heures
A r’garder cette photo
Qui me rappelle mon bonheur
C’est le temps d’quand j'étais marmot avec Marco
Ah, c’te sacrée cabane
Où l’on rêvait se foutant bien du monde
Nous on fumait les lianes
Et on s’bourrait la gueule à bière blonde
Ouais c’te putain d’cabane
Où se jouait du pipeau et parfois du couteau
C’est là qu’on ramenait nos femmes
Et toute la nuit on parlait de bateau !
Tradução da letra
Desapareceu durante três meses.
Da cozinha de barco
Apresento-me: sou eu
Um marinheiro dos diabos.
Filho de um bêbado Militar
Eu disse não às armas.
E a minha família em lágrimas
Deixei-a para o mar.
Há noites como esta
Não consigo dormir.
Por isso escavo a minha memória
E esta memória Sagrada volta para mim
Que barraca dos diabos.
Onde sonhávamos em foder o mundo
Fumamos lianas
E embebedávamo-nos com uma cerveja.
Sim, sua barraca de merda.
Onde o cano e às vezes a faca eram tocados
Era onde costumávamos trazer as nossas mulheres de volta.
And all night we were talking about a boat
Mas aqui está, acabou.
Os tempos mudaram.
Quanto mais longe vou mais podre fico
Navego mais do que trigo
Está a tornar-se um pesadelo.
O meu navio afundará
E todos os meus amigos me disseram para ver
E não Presto sempre que tens de navegar
Não são os meus hábitos.
Pensar que tens de disparar
Então, para escapar da solidão
Abano bem o fundo dos meus pensamentos
Ah! é uma cabana dos diabos.
Onde sonhávamos em foder o mundo
Fumamos lianas
E embebedávamo-nos com uma cerveja.
Sim, sua barraca de merda.
Onde o cano e às vezes a faca eram tocados
Era onde costumávamos trazer as nossas mulheres de volta.
And all night we were talking about a boat
A pepper avachi aqui está o que eu sou Dev'nu
Rapaz, um aut ' demi ! navegar posso mais
Por isso, à noite, nos portos,
Este é o Passeio dos rades.
Onde fico até ao amanhecer
Para o violino louco onde o Guinness parte
E estou preso por horas
Para manter esta foto
Isso lembra-me a minha felicidade
Foi nessa altura que fui marmota com o Marco.
Que barraca dos diabos.
Onde sonhávamos em foder o mundo
Fumamos lianas
E embebedávamo-nos com uma cerveja.
Sim, sua barraca de merda.
Onde o cano e às vezes a faca eram tocados
Era onde costumávamos trazer as nossas mulheres de volta.
E toda a noite estávamos a falar de um barco !