Les Ogres De Barback — La manche letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La manche" de Les Ogres De Barback.
Letra
Je me souviens du temps
Où l’on jouait pour deux francs
Au pire le soir contre un coup à boire
Le sourire d’une douce fille comme pourboire
Je me souviens de ce temps
Pauvre mais pas mécontent
De remplacer mon manque d’argent par le sourire de tous ces gens
La vie comme elle venait si bien
Qu’on jouait sur les marchés
Dans le métro à s’en essouffler
Dans les bars, les cafés, sur les rues, les pavés
Je me souviens de ce temps
Fatigué mais pas mécontent
De remplacer mon sommeil par mille et une merveilles
Qui vivra s’enverra et bientôt
La nuit s’improvise un comptoir
De tous ces beaux parleurs en discussion d’ivrogne
On aura refait mille fois le monde et toutes ses trognes
Je me souviens de ce temps, alcoolo mais pas mécontent
De remplacer la vie le mauvais temps par des histoires debout dormant
On partait derrière Châtelet les Halles
Le squat était grand et fleuri
La suite est un p' tit peu banale, les voisins
Le bruit, les flics et tout c' qui s’en suit
Je me souviens de ce temps vagabon mais pas mécontent
De remplacer mon logement par mille notes de mon instrument
Un ange qui passe à l’horizon, le temps d’un sourire
Et l’on change tellement
La Vietnamienne a vendu sa toison
La nostalgie nous reprend âme et temps
On’ne devrait vivre qu’une minute et demie:
Le temps du premier baiser et du premier demi
N’avoir que la joie sans souffrance en retour sans cette âme qui s’en va pour
oublier l’amour !
Alors le pouce tendu bien haut on est parti porte d’Orléans
Chacun pour soi, à sa chance à bientôt
Au hasard d’une journée, à jamais, à demain
Je me souviens de ce temps, et qui d’ailleurs pas si lointain
A remplacé le présent d’un avenir un peu grisant
Je me souviens de ce temps, et qui d’ailleurs pas si lointain
A remplacé le présent d’un avenir un peu grisant
Tradução da letra
Lembro-me do tempo
Onde jogamos por dois francos
Na pior das hipóteses, à noite, contra um tiro para beber.
O sorriso de uma doce rapariga como gorjeta
Lembro-me daquela vez.
Pobre mas não infeliz
Para substituir a minha falta de dinheiro pelos sorrisos de todas estas pessoas.
A vida como veio tão bem
Que estávamos a jogar nos mercados
No metro a ficar sem fôlego
Em bares, cafés, nas ruas, cobblestones
Lembro-me daquela vez.
Cansado mas não infeliz
Para substituir o meu sono por mil e uma maravilhas
Quem vai viver vai enviar e em breve
A noite improvisa um contador
De todos estes belos oradores em discussão embriagada
Teremos feito mil vezes o mundo e todos os seus trognes
Lembro-me desse tempo, alcoólico, mas não infeliz.
Para substituir a vida o mau tempo por histórias adormecidas
Estávamos deixando para trás Châtelet Les Halles
O agachamento era grande e florido
A sequela é um pouco banal, vizinhos
O barulho, a polícia e tudo o que se segue
Lembro-me daquele tempo, vagabundo, mas não infeliz.
Para substituir o meu slot por mil notas do meu instrumento
Um anjo que passa no horizonte, o tempo de um sorriso
E mudamos tanto
Os vietnamitas venderam-lhe o velo.
A Nostalgia traz-nos de volta a alma e o tempo
Só devemos viver um minuto e meio.:
A hora do primeiro beijo e a primeira metade
Ter apenas alegria sem sofrimento em troca sem esta alma que vai para
esquece o amor !
Então o polegar esticado alto nós deixamos porte d'Orléans
Cada um por si, para sua sorte ver-te-ei em breve.
Aleatório de um dia, para sempre, até amanhã
Lembro-me desse tempo, e já agora, não tão distante.
Substituiu o presente de um futuro algo sombrio
Lembro-me desse tempo, e já agora, não tão distante.
Substituiu o presente de um futuro algo sombrio