Les Innocents — Des Jours Adverses letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Des Jours Adverses" de Les Innocents.

Letra

J' arrive ici, sans crier guerre
Je n’inspire qu'à un peu d’air.
Une paille.
J’amare ici en homme un peu chère
Je respire des éflux amères
Et d’aucun ceux dans mon travail.
Dans vos ports, je vois des choses en face
Dans l’eau qui dort,
Remontés en surface, des jours adverses.
J’arrive ici, je voi des couleurs
Je ne conspire qu'à prendre des meurs
Un bail
Tout expire, les permis, les coeurs
Ici on nous trète comme du bétail.
Dans vos ports, je vois des choses en face
Dans vos ports je suis celui d’en face
A votre bord, des mois que l’on chasse les jours adverses, les jours advèrses,
des jours advèrses.
Iici on nous trète comme du bétail (x3)
Aiiiile.
Dans vos rts, je vois des choses en face
Des jours advèrses (x2)
J’arrive ici sans crier guerre
Dans l’eau qui dort, remontés en surface, des jours advèrses, je respire des
eflux amèrs
Dans vos ports, je suis celui d’en face
Les jours advèrses
J’arrive ici, les jours advèrses
Je vois des couleurs
A votre bord, des mois que l’on chasse des jours avèerses
Je respire qu'à prendre des meurs
Dans vos ports je vois des choses en face
Mais totu expire les permis, les coeurs
Dans l’eau qui dort, remontés en surface, les jours advèrses
J’ammare ici, sans crier guerre.

Tradução da letra

Eu chego aqui, sem gritar guerra
Só respiro um pouco de ar.
Palha.
Eu amo aqui como um homem um pouco caro
Eu respiro esporas amargas
E nada disso no meu trabalho.
Nos vossos portos, vejo coisas à frente.
Na água do sono,
Até à superfície, dias maus.
Eu venho aqui, eu vou colorir
Eu só conspiro para levar mortes.
Concessao
Tudo expira, licenças, corações
Aqui somos tropeçados como gado.
Nos vossos portos, vejo coisas à frente.
Nos vossos portos sou eu que estou do outro lado da rua
À tua beira, os meses que caçamos os dias do adversário, os dias do adversário,
passaram-se dias.
Aqui somos tratados como gado (x3)
Meu Deus.
No teu rts, vejo coisas à frente.
Dias (x2)
Chego aqui sem gritar guerra.
Na água que dorme, elevada à superfície, dias passados, respiro
efluxo amargo
Nos vossos portos, sou eu que estou do outro lado da rua
Os dias passaram
Eu chego aqui, nos dias de distância
Vejo cores
Na tua prancha, meses em que caçamos dias maus
Eu respiro só para tirar morre
Nos vossos portos vejo coisas à frente
Mas totu expira licenças, corações
Na água que dorme, elevada à superfície, os dias passam
Estou aqui, sem gritar guerra.