Les Cowboys Fringants — Rue des souvenirs letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Rue des souvenirs" de Les Cowboys Fringants.

Letra

Quand je remets les pieds
Dans ce quartier de banlieue
Où j’ai longtemps habité
Avec mes vieux
Les arbres ont grandi
On ne voit plus le devant
Des maisons un peu défraîchies
Par le temps
Un adolescent
Marche dans la rue
Dernier résistant
D'époque révolue
Car l’arrondissement
Vieux de trente-cinq ans
Est maint’nant peuplé
De gentils retraités
Il n’y a plus de morveux qui jouent à la cachette
Plus de flos qui shootent dans leur net
Ceux-ci sont dev’nus grands et ont fait des enfants
Quequ' part dans les nouveaux développements
Adieu le Pique-Vite
Ce merveilleux restaurant
Où on mangeait des frites
Sur des bancs tournants
Tout comme l'épicerie
Il a dû céder sa place
Quand on y a bâti
Une grande surface
Y a monsieur Legendre
Tondant sa pelouse
Qui vient de m’apprendre
La mort de son épouse
«La maison est grande»
Qu’il me dit, navré
«La pancarte „À vendre“
Ne devrait plus tarder»
Les commerces et les gens ne sont que de passage
Le quartier, lui, traverse les âges
Conservant dans ses cours, ses maisons et ses rues
L'âme de tous ceux qui y ont vécu
On n’entend plus les cris
Des mamans exaspérées
Les parterres fleuris
Ne sont plus piétinés
Le cours de la vie
Autrefois si animé
A, dirait-on, repris
Le temps de souffler
Quand je ferme les yeux
Je revois pourtant
Le monde et les lieux
Tels qu’ils étaient avant
Ma belle voisine
Mon bâton d’hockey
Les jours de piscine
Et «Les enfants, v’nez souper !»
Peut-être ben qu’un d' ces quatre, ce sera à mon tour
D’avoir un ti-boute qui voit le jour
Dans un autre quartier qui le verra grandir
Et remplir son sac à souvenirs
Et remplir son sac à souvenirs

Tradução da letra

Quando pus os pés de volta
Nesta área suburbana
Onde vivi por muito tempo
Com os meus velhos
As árvores cresceram
Já não conseguimos ver a frente.
Casas um pouco desgastadas
Pelo tempo
Adolescente
Andando pela rua
Último resistente R > 1 mg
Era passada
Porque os arredondamentos
35 anos
É principalmente povoado
Belos reformados
Não há mais escumalha a brincar às escondidas.
Mais flos a disparar na rede
Estes são os grandes Dev'nus e fizeram filhos.
Que parte nos novos desenvolvimentos
Adeus A Picareta Rápida
Este restaurante maravilhoso
Onde costumávamos comer batatas fritas
Em bancos rotativos
Tal como na mercearia.
Ele teve de desistir do seu lugar.
Quando a construímos
Are
Há monsieur Legendre
A cortar a relva
Que me ensinou
Morte da sua esposa
"A casa é grande»
Que ele me pede desculpa.
"O sinal" à venda“
Não deve ser mais tarde»
As lojas e as pessoas estão de passagem.
O bairro atravessa os tempos
Mantendo em seus pátios, casas e ruas
A alma de todos os que ali viviam
Já não conseguimos ouvir os gritos.
Mães exasperadas
Canteiro
Já não são pisadas
O curso da vida
Uma vez tão viva
A, Parece, retomado
Hora de soprar
Quando fecho os olhos
Ainda estou a ver.
O mundo e os lugares
Como eram antes
Minha linda vizinha.
O meu taco de hóquei
Dias de piscina
E " meninos, vamos jantar !»
Talvez ben aquele destes quatro, seja a minha vez
Ter um ti-boute que surge
Noutro bairro que o verá crescer
E enche o saco de recordações dele.
E enche o saco de recordações dele.