Les Cowboys Fringants — Louis Hébert letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Louis Hébert" de Les Cowboys Fringants.
Letra
Connais-tu Louis Hébert
Pionnier aphoticaire
Qui y’a de ça quat' cent ans
Labourait l’Cap Diamant
Sans chevaux, ni charrue
Tout ça au temps du scorbut
Plantant les premiers jalons
D’une nouvelle nation
Comment tu veux qu’j’le sache
Quand on a foutu la hache
Dans la mémoire collective
Et que jaunissent les archives
Quand les livres d’histoire
Sont presque tous tablettés
Et qu’les comptables au pouvoir
Débaptisent le passé
Ref:
Louis Hébert sur ton monument
Tu as vu passer tant d’hivers
Debout et fier pour combien de temps?
CAN YOU TELL ME HOW WE’LL BE HERE…
Montreal city:
Le français au pilori
MUST SPEAK ENGLISH EN ESTI
IF YOU WANT TO BE COMPRIS
Emportés tranquillement
Par le FLOW anglo-saxon
Poussés dans les retranchements
De l’uniformisation
Mais d’la marde on s’en fou
Stigmatisés par l'échec
S’enfonçant dans les bayous
D’une Louisianne-en-Québec
Pas de grognes dans les villes
Car ici tout est tranquille
Autant les révolutions
Que notre assimilitaion
Ref.
Quand le tissu social
Tient par une si mince fibre
Que plus rien ne nous fait mal
Et qu’la seule corde qui vibre
Ne vient plus de modèles
Ou de projets rassembleurs
Autres qu’une Sainte Flanelle
Et des concours de chanteurs
C’est qu’la douce amnésie
La lente déportation
Auront gagné nos esprits
Au fil des générations
Diluant notre histoire
Et la sève dans nos racines
Quand un peuple perd la mémoire
C’est son âme qui crie famine
Ref.
(Merci à Bruno Laforest pour cettes paroles)
Tradução da letra
Conhece Louis Hébert?
Afotic pioneer
Quem é aquele quatrocentos anos?
Lavrou a capa de diamante
Sem cavalos, sem arado
Tudo isto no tempo do escorbuto
Plantar os primeiros marcos
De uma nova nação
Como queres que eu saiba?
Quando temos o machado
Na memória colectiva
E o que os arquivos ficam amarelos
Quando os livros de história
São quase todos comprimidos
E que os contabilistas no poder
Debaptizar o passado
Referência:
Louis Hébert no seu monumento
Já viste tantos invernos
De pé e orgulhoso durante quanto tempo?
PODES DIZER-ME COMO VAMOS ESTAR AQUI?…
Cidade de Montreal:
Os franceses no pilori
DEVE FALAR INGLÊS EN ESTI
SE QUERES SER COMPREENDIDO
Levado calmamente
Pelo fluxo anglo-saxónico
Empurrado para as entranhas
Padronizacao
Mas nós não nos importamos
Estigmatizado pelo fracasso
Afundando-se no pântano
De um Louisiana-in-Quebec
Nada de Gemidos nas cidades.
Porque aqui está tudo calmo.
Tantas revoluções
Que a nossa Assimilação
Referência.
Quando o tecido social
Segura por uma fibra tão fina
Que já nada nos magoa
E que a única corda que vibra
Acabaram-se os modelos.
Ou reunir projectos
Exceto uma flanela Sagrada
E concursos de canto
É essa doce amnésia
A deportação lenta
Teremos conquistado as nossas mentes
Ao longo de gerações
Diluir a nossa história
E a seiva nas nossas raízes
Quando um povo perde a memória
É a sua alma que grita fome
Referência.
(Agradecimentos a Bruno Laforest por estas palavras)