Les Cowboys Fringants — La cave letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La cave" de Les Cowboys Fringants.
Letra
Vide la cave jusqu’au grenier
Et refille nos ressources à bas prix
À des payeurs homologués
Et aux vendeurs de chinoiseries
Sous les dicteurs de l’industrie
L’histoire a pas changé la donne
Comme à l'époque de Duplessis
Le sous-sol est pas cher la tonne
On a laissé le nord en plan
Bradé par les gouvernements
La pancarte planté dans notre dos
Québec à vendre au prix du gros
Vide la cave pompe le pétrole
Parce qu’il faut créer d’la richesse
En faisant fit des protocoles
Et en dépit du temps qui m’reste
La tête dans l’sable bitumineux
On s’fout ben de l’environnement
Chez tous les décideurs visqueux
Qui se défillent au parlement
Où ton bras sait porté l'épée
On l’a même vu sabrer Kyoto
La marrée où ce qui est amarré
Les pipelines vont couler à flots
Vide la cave jusqu’au grenier
Le buffet est à volonté
Monoculture et pesticides
En place pour le génocide
Le cancer croît dans nos assiette
Autant que notre âme s’achète
Quand on donne nos terres agricoles
Sous les griffes des monopoles
Ou d’un patrimoine à l’encan
Bradé par les gouvernements
Pendant qu’le peuple fait dodo
Avec une poignée dans le dos
Hey, Hey, Hey, Hey
Ohhhhh ohhh ohhh ohhh ohhh
Ohhhhh ohhh
Ohhhhh ohhh ohhh ohhh ohhh
Ohhhhh ohhh
(Merci à Martin B. pour cettes paroles)
Tradução da letra
Esvazia a cave para o sótão.
E reabastece os nossos recursos a preços baixos
Aos pagadores registados
E aos vendedores de chinoiseries
Sob os ditadores da indústria
O histórico não mudou o jogo
Como no tempo de Duplessis
A cave é barata.
Saímos do apartamento Norte.
Vendido pelos governos
O sinal colocado nas nossas costas
Quebec para Venda por grosso
Bombas de vácuo para adega
Porque tens de criar riqueza.
Fazendo protocolos de ajuste
E apesar do tempo que me resta
A cabeça na areia betuminosa
Não queremos saber do ambiente.
Em todos os decisores viscosos
Que marcham no Parlamento
Onde o teu braço sabe carregar a espada
Até o vimos destruir Quioto.
A diversão onde o que está ancorado
Os gasodutos irão fluir
Esvazia a cave para o sótão.
O buffet está à vontade.
Monocultura e pesticidas
No lugar para o genocídio
O cancro cresce no nosso prato
Tanto quanto a nossa alma compra
Quando dermos as nossas terras agrícolas
Sob as garras dos monopólios
Ou um património em leilão
Vendido pelos governos
Enquanto o povo faz Dodó
Com um cabo atrás
Hey, Hey, Hey, Hey
Ohhhhh ohhh ohhh ohhh ohhh
Ohhhhh ohhh
Ohhhhh ohhh ohhh ohhh ohhh
Ohhhhh ohhh
(Agradecimentos a Martin B. Para estas palavras)