LES BLAIREAUX — Le fou du village letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Le fou du village" de LES BLAIREAUX.

Letra

Il ne fait rien de ses dix doigts
Rien de solide, rien qui se voit
Mais quand il donne de la voix
Cela sonne encore de guingois
Cela sonne encore de guingois
Il chante et danse, barre la route
On le dit brave mais un peu croûte
Et lorsqu’il nous tape une broute
On dit que les bovins l'écoutent
On dit que les bovins l'écoutent
Les villageois le dévisagent
Lui donnent de yeux de chat sauvage
Il n’est pas comme leurs garnements
Bien que leurs femmes le prennent pour amant
Bien que leurs femmes le prennent pour amant
Je suis le fou du village
On dit que j’ai passé l'âge
De danser sur le goudron
Mais quand je croise les ailerons
De la fille du père Lesage
Je me rue sur son passage
Et me fends de quelques ronds de jambes
Et de pantalon
Il vit sous une volée de marches
Près de l'église ou bien se lâche
Un aqueduc abandonné
Dit le repaire de l'âme damnée
Dit le repaire de l'âme damnée
Pour les boiteux du bon voisin
C’est rebouteux voire un saint
Même le curé de Saint-Christophe
Prétend que c’est un philosphe
Prétend que c’est un philosphe
Il vit de leur menue monnaie
Pour une geste ou un sonnet
Certains disent qu’il n’est jamais né
D’autres qu’il ne mourra jamais
D’autres qu’il ne mourra jamais
Je suis le fou du village
On dit que j’ai passé l'âge
De danser sur le goudron
Mais quand je croise les ailerons
De la fille du père Lesage
Je me rue sur son passage
Et me fends de quelques ronds de jambes
Et de pantalon
On l’a vu s’envoyer au ciel
Avec son piano à bretelles
Tenir le nez des demoiselles
À la barbe de leur Marcel
À la barbe de leur Marcel
On l’a vu se rouler par terre
Quand sont passés les militaires
Débouter toutes ses ruses de guerre
De peur qu’on l’amenât la faire
De peur qu’on l’amenât la faire
On l’a vu prendre par la main
Un docteur qui venait de loin
La petite Lesage l’aimait bien
Cela ne lui sert plus à rien
Cela ne lui sert plus à rien
J'étais le fou du village
Maintenant j’ai passé l'âge
De danser sur le goudron
Mais quand je pense aux ailerons
De la fille du père Lesage
Je détruis sur mon passage
Ce qui me rappelle ses ronds de jambes
Et de pantalon

Tradução da letra

Ele não faz nada com os seus dez dedos.
Nada sólido, nada visível
Mas quando ele dá voz
Ainda parece guingois.
Ainda parece guingois.
Ele canta e dança, varre a estrada
É dito corajoso, mas um pouco de crosta
E quando ele nos bate numa argamassa
Diz - se que o gado a ouve.
Diz - se que o gado a ouve.
Os aldeões olham para ele
Dá-lhe Olhos de gato selvagem
Não é como as suas vestes
Embora as mulheres o tomem por amante
Embora as mulheres o tomem por amante
Sou o louco da aldeia.
Dizem que ultrapassei a idade
Dancing on the Tar
Mas quando eu atravessar as barbatanas
Da filha do Padre Lesage
Estou a caminho.
E bate-me com algumas rodadas de pernas
E calças
Ele vive sob um voo de degraus.
Perto da igreja ou então se solta
Um aqueduto abandonado
Diz o covil da alma condenada
Diz o covil da alma condenada
Para o coxo do Bom Vizinho
É reiniciado ou mesmo um santo
Até o pároco de São Cristóvão
Diz que é uma philosphe.
Diz que é uma philosphe.
Ele vive à custa deles.
Por um gesto ou um soneto
Alguns dizem que ele nunca nasceu.
Outros que ele nunca morrerá
Outros que ele nunca morrerá
Sou o louco da aldeia.
Dizem que ultrapassei a idade
Dancing on the Tar
Mas quando eu atravessar as barbatanas
Da filha do Padre Lesage
Estou a caminho.
E bate-me com algumas rodadas de pernas
E calças
Vimo-lo ir para o céu
Com o seu piano de suspensório
Segurem os narizes das senhoras.
Com a barba do seu Marcel
Com a barba do seu Marcel
Vimo-lo rolar no chão
Quando é que os militares passaram?
Derrotar todos os seus truques de guerra
Temos medo que ele o faça.
Temos medo que ele o faça.
Nós vimo-lo pegar pela mão
Um médico que veio de longe
A Pequena Lesage gostava muito dela.
Já não lhe serve de nada.
Já não lhe serve de nada.
Eu era o louco da aldeia.
Agora já ultrapassei a idade
Dancing on the Tar
Mas quando penso em barbatanas
Da filha do Padre Lesage
Eu destruo no meu caminho
O que me lembra as pernas redondas dela.
E calças