Leonardo Favio — La Plañidera letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Plañidera" de Leonardo Favio.

Letra

Hoy de nuevo la casa se viste de negro
Las cortinas se cierran en signo de duelo
Una cruz de madera toda mal tallada
Que ayer guardara vino, hoy es a Dios postrera
Y el café…
Mas amargo que ayer
Comenzaron
A beber
Y el violìn…
En el otro salón
Decia triste
Esta canción
La plañidera
La plañidera
Que sus lágrimas
Vendió…
La plañidera
La plañidera
Llora a quien.
No conoció
Se ira cuando amanezca
Como llego, en silencio.
Le pagan, y llora
Eso dirán los deudos
No saben que el que yace
Vencido por la muerte
Fue el amante secreto
De la hermosa que llora
Y el café…
Más amargo que ayer
Comenzaron
A beber
Y el violín…
En el otro salón
Decia triste
Esta canción
La plañidera
La plañidera
Que sus lágrimas
Vendió
La plañidera
La plañidera
Llora a aquel que no conoció
La plañidera
La plañidera
Que sus lágrimas vendió

Tradução da letra

Hoje novamente a casa se veste de preto
As cortinas são fechadas em sinal de luto
Uma cruz de madeira toda mal esculpida
Que ontem guardasse vinho, hoje é a Deus última
E o café…
Mais amargo do que ontem
Eles começaram
Beber
E o Violin…
No outro salão
Estava triste
Esta canção
A represa
A represa
Que suas lágrimas
Vendeu…
A represa
A represa
Chora a quem.
Não conheceu
Ele vai embora quando amanhecer
Como chego, em silêncio.
Ele é pago e chora
É o que os deudos vão dizer
Eles não sabem o que está deitado
Vencido pela morte
Foi o amante secreto
Da bela que chora
E o café…
Mais amargo do que ontem
Eles começaram
Beber
E o violino…
No outro salão
Estava triste
Esta canção
A represa
A represa
Que suas lágrimas
Vendeu
A represa
A represa
Chora aquele que não conheceu
A represa
A represa
Que suas lágrimas vendeu