Leon Gieco — Los Salieris De Charly letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Los Salieris De Charly" de Leon Gieco.
Letra
Somos campesinos de la raza de altroque
Jamás un turista del famoso «¡deme tres!»
Nacimos en el pasto, asado y mucho vino
Pero nunca seremos un gordito argentino
Nos gusta la tierra, odiamos la ciudad
Mas sabemos que en el polvo no hay oportunidad
Andamos de aquí, andamos para allá
Chocamos al país diciendo la verdad
Menos mal, no somos cualquiera
Nunca nos odiaron en la escuela
Menos mal, no somos cualquiera
Nunca mentimos en la iglesia
Somos del grupo Los salieris de Charly
Le robamos melodías a él, ah, ah, ah…
Queremos ya un presidente joven
Que ame la vida, que enfrente la muerte
La tuya, la mía, de un perro, de un gato
De un árbol, de toda la gente
Compramos el Página, leemos a Galeano
Cantamos con la Negra, escuchamos Víctor Jara
Dicen, la juventud no tiene
Para gobernar, experiencia suficiente
Menos mal, que nunca la tenga
Experiencia de robar
Menos mal, que nunca la tenga
Experiencia de mentir
Somos del grupo Los salieris de Charly
Le robamos melodías a él, ah, ah, ah…
Aunque tengamos un equipo Robertone
Un Leme, un Ucoa para sacar la voz
Siempre sobrará para decirte fuerte
Si sos una mierda o no
En la Perla del Once compusiste «La balsa»
Después de la cana no saliste más
¿Qué nos dirán por no pensar lo mismo
Ahora que no existe el comunismo?
Estarán pensando igual
Ahora son todos enfermitos
Estarán pensando igual
Ahora son todos drogadictos
Somos del grupo Los salieris de Charly
Le robamos melodías a él, ah, ah, ah…
El uno por ciento quiere esto torcer
El nueve por ciento tiene el poder
De lo que queda, el cincuenta solo come
Y el resto se muere sin saber por qué
Es mi país, es el país de Cristo
Damos todo sin recibir
Es mi país, es un país esponja
Se chupa todo lo que pasó
Menos mal que estamos acá
Nosotros no vamos a transar
Menos mal que estamos acá
Nosotros no vamos a parar
Somos del grupo Los salieris de Charly
Le robamos melodías a él, ah, ah, ah…
Somos tipos solos, comemos de la lata
Nos gusta el sol del Cementerio de Tilcara
Nos apura la Odeón, nos apuran los amigos
Nos gastan por teléfono pidiendo si tenemos
Les damos guita a los basureros
Vendemos muchos discos pero somos igual que ellos
¿Qué culpa tenemos si vamos al bar más rasca
A tomarnos unos vinos con el borracho que nos canta?
Nos gusta Magaldi cantando chamamé
Siempre mencionamos a Pugliese
Troilo y Grela es disco cabecera
Siempre mencionamos a Pugliese
Somos del grupo Los salieris de Charly
Le robamos melodías a él, ah, ah, ah…
Tradução da letra
Somos camponeses da raça altroque
Nunca um turista do famoso " dê-me três!»
Nascemos no pasto, assado e muito vinho
Mas nunca seremos um gordinho argentino
Nós gostamos da terra, odiamos a cidade
Mas sabemos que no pó não há oportunidade
Andamos daqui, andamos para ali
Batemos no país dizendo a verdade
Graças a Deus, não somos ninguém
Nunca nos odiaram na escola
Graças a Deus, não somos ninguém
Nunca mentimos na Igreja
Somos do grupo os salieris de Charly
Roubámos músicas a ele, ah, ah, ah…
Queremos já um presidente jovem
Que ame a vida, que enfrente a morte
A tua, A Minha, de um cão, de um gato
De uma árvore, de todas as pessoas
Compramos o Página, Lemos para Galeano
Cantamos com a Negra, ouvimos Victor Jara
Eles dizem, a juventude não tem
Para governar, experiência suficiente
Ainda bem que nunca a Tenho
Experiência de roubar
Ainda bem que nunca a Tenho
Experiência de mentir
Somos do grupo os salieris de Charly
Roubámos músicas a ele, ah, ah, ah…
Mesmo que tenhamos uma equipa Robertone
Um Leme, um Ucoa para tirar a voz
Sobra sempre para te dizer forte
Se você é uma merda ou não
Na Pérola do Onze compuseste " a jangada»
Depois da cana não saíste mais
O que nos dirão por não pensarem o mesmo
Agora que não existe comunismo?
Estarão a pensar da mesma maneira
Agora são todos doentios
Estarão a pensar da mesma maneira
Agora são todos drogados
Somos do grupo os salieris de Charly
Roubámos músicas a ele, ah, ah, ah…
Um por cento quer isso torcer
Nove por cento têm o poder
Do que resta, cinquenta só come
E o resto morre sem saber porquê
É o meu país, é o país de Cristo
Nós Damos tudo sem receber
É o meu país, é um país esponja
Ele chupa tudo o que aconteceu
Ainda bem que estamos aqui
Nós não vamos transar
Ainda bem que estamos aqui
Nós não vamos parar
Somos do grupo os salieris de Charly
Roubámos músicas a ele, ah, ah, ah…
Somos tipos sozinhos, comemos da lata
Nós gostamos do sol do Cemitério Tilcara
O Odeon apressa-nos, os amigos apressam-nos
Eles nos gastam por telefone pedindo se temos
Damos guita aos lixeiros
Vendemos muitos discos mas somos como eles
Que culpa temos se formos ao bar mais rasca
Beber uns vinhos com o bêbado que nos canta?
Nós gostamos de Magaldi cantando chamamé
Sempre mencionamos Pugliese
Troilo e Grela é Disco cabeçalho
Sempre mencionamos Pugliese
Somos do grupo os salieris de Charly
Roubámos músicas a ele, ah, ah, ah…