Leon Gieco — La Carneada letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Carneada" de Leon Gieco.

Letra

Cuando era chico vivía en el campo
De abuelos casi italianos
Primas y primos de nueve hermanos
Vacas, perros y caballos
Y de los campos vecinos venían
Con sus familias a visitarnos
Dos veces al año se hacían carneadas
Y de a cinco chanchos mataban
Cómo gritaban los pobres colgados
Era la comida del año
Un acordeonista y un baterista
Pasodoble, tarantela, ranchera y vals
Ay, ay, cómo se armaba
Tanta fiesta en un fin de semana
Ay, ay, cómo se mezclaban
Tías, primas, hijos, hermanos y cuñadas
Asado y vino, cartas y tabas
Y de día la luz del sol
Panes al horno a las seis de la tarde
Y después a la luz del farol
Cuando venía la noche era más lindo
Por lo que aguardaba la oscuridad
Ay, ay cómo se armaba
Tanta fiesta en un fin de semana
Ay, ay cómo se mezclaban
Tías, primas, hijos, hermanos y cuñadas
Cuatro olivos, veinte mandarinos
Tres palmeras, paraísos y eucaliptus
Trigales altos, maizales y alfalfa
Siempre se buscaba a alguien que no estaba
La bagna cauda y canzonetas italianas
A tres voces altas, medias y bajas
Ay, ay cómo se armaba
Tanta fiesta en un fin de semana
Ay, ay cómo se mezclaban
Tías, primas, hijos, hermanos y cuñadas
Cómo extraño esa vida del campo
Y a una prima que la llevo acá…

Tradução da letra

Quando era miúdo vivia no campo
De avós quase italianos
Primas e primos de nove irmãos
Vacas, cães e cavalos
E dos campos vizinhos vinham
Com suas famílias para nos visitar
Duas vezes por ano tornavam se carnudas
E de cinco porcos matavam
Como gritavam os pobres enforcados
Era a comida do ano
Um acordeonista e um baterista
Pasodoble, tarantela, ranchera e valsa
Ai, ai, como se armava
Tanta festa num fim de semana
Ai, ai, como se misturavam
Tias, primas, filhos, irmãos e cunhadas
Assado e vinho, cartas e tabas
E de dia a luz do sol
Pães assados às seis da tarde
E depois à luz do Bluff
Quando a noite estava chegando eu era mais bonito
Pelo que aguardava a escuridão
Ai, ai como se armava
Tanta festa num fim de semana
Ai, ai como se misturavam
Tias, primas, filhos, irmãos e cunhadas
Quatro oliveiras, vinte tangerinos
Três Palmeiras, paraísos e eucaliptus
Trigais altos, maizais e Luzerna
Estava sempre à procura de alguém que não estava
Bagna cauda e canzonetas italianas
A três vozes altas, médias e baixas
Ai, ai como se armava
Tanta festa num fim de semana
Ai, ai como se misturavam
Tias, primas, filhos, irmãos e cunhadas
Sinto falta dessa vida no campo
E a uma prima que a levo aqui…