Leon Gieco — El Desembarco letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "El Desembarco" de Leon Gieco.
Letra
Están los que resisten y nunca se lamentan
Los que dicen: «yo para que vivo»
Los que recuperan rápido sus fuerzas
Los que lucran con lo que he perdido
Hay quien sucumbe y se levanta
Hay quien se queda allí siempre tendido
Hay quien te ayuda a despegar y los que nunca
Te reconocen cuando estás vencido
Cuantos hay que piensan que es tarde para todo
Y cuantos claman «siempre adelante!»
Cuantos los que ven la piedra en el camino
Y cuantos los que nunca miran nada
La alegría con la fuerza se alimenta
Y no hay muros ni rejas que la frenen
Hay quienes desembarcan ardiendo con un grito
Sin barcos y sin armas por la vida
Hay alguien que bendiga esta hermosa comunión
De los que pensamos parecido
Somos los menos, nunca fuimos los primeros
No matamos ni morimos por ganar
Mas bien estamos vivos por andar
Esperando una piel nueva de este sol
No pretendemos ver el cambio
Sólo haber dejado algo
Sobre el camino andado que pasó
Ya es normal ver chicos sin zapatos
Buscando comida en la basura
Y es una postal la puerta de la iglesia
De esa madre con su criatura
Mientras esto pase no habrá gloria
Es arena que se escapa entre los dedos
Es dolor, es mentiras, es hipocresía
Es un tiempo frágil de estos días
La ignorancia a veces puede con un pueblo
Y ganan tiranos y verdugos
Creemos que la historia se hizo en un minuto
Y todo lo vivido, un mal sueño
A veces somos nuestros enemigos
Ensuciamos las rutas y los ríos
Matamos en la guerra y en las calles hoy tenemos
Viejos monumentos de asesinos
Hay alguien que bendiga esta hermosa comunión
De los que pensamos parecido
Somos los menos, nunca fuimos los primeros
No matamos ni morimos por ganar
Mas bien estamos vivos por andar
Esperando una piel nueva de este sol
No pretendemos ver el cambio
Sólo haber dejado algo
Sobre el camino andado que pasó
Hay quienes desembarcan ardiendo con un grito
Sin barcos y sin armas por la vida…
Tradução da letra
Há aqueles que resistem e nunca se arrependem
Aqueles que dizem: "Eu vivo para você»
Aqueles que recuperam rapidamente suas forças
Aqueles que lucram com o que perdi
Há quem sucumbe e se levanta
Há quem fique ali sempre deitado
Há quem te ajude a descolar e os que nunca
Eles reconhecem você quando você está vencido
Quantos há que pensam que é tarde para tudo
E quantos clamam " sempre em frente!»
Quantos aqueles que vêem a pedra no caminho
E quantos que nunca olham para nada
A alegria com a força se alimenta
E não há muros nem grades que a travem
Há aqueles que desembarcam queimando com um grito
Sem navios e sem armas para a vida
Há alguém que abençoe esta bela comunhão
Daqueles que pensávamos que eram
Somos os menos, nunca fomos os primeiros
Não matamos nem morremos para ganhar
Estamos vivos para andar
À espera de uma pele nova deste sol
Não queremos ver a mudança
Só ter deixado alguma coisa
Sobre o caminho que passou
Já é normal ver rapazes sem sapatos
À procura de comida no lixo
E é um postal a porta da Igreja
Daquela mãe com a sua criatura
Enquanto isto acontecer não haverá glória
É areia que escapa entre os dedos
É dor, é mentiras, é hipocrisia
É um tempo frágil destes dias
A ignorância às vezes pode com um povo
E ganham tiranos e carrascos
Acreditamos que a história foi feita em um minuto
E tudo o que viveu, um sonho ruim
Às vezes somos nossos inimigos
Nós sujamos as rotas e os rios
Matamos na guerra e nas ruas hoje temos
Monumentos antigos de assassinos
Há alguém que abençoe esta bela comunhão
Daqueles que pensávamos que eram
Somos os menos, nunca fomos os primeiros
Não matamos nem morremos para ganhar
Estamos vivos para andar
À espera de uma pele nova deste sol
Não queremos ver a mudança
Só ter deixado alguma coisa
Sobre o caminho que passou
Há aqueles que desembarcam queimando com um grito
Sem navios e sem armas para a vida…