Leon Gieco — Canción Del Silencio letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Canción Del Silencio" de Leon Gieco.

Letra

Silencio, señores grandes
Que despiertan los cuentos del parque
Ellos esperan las nuevas risas
En las treinta vueltas de una calesita
Ellos esperan las nuevas risas
Sobre la esperanza llamada sortija
Silencio, señores grandes
Que despiertan las leyendas
Tal vez pintadas o dibujadas
En el redondo borde de las plantas
Tal vez pintadas o dibujadas
En el vaivén solitario de una hamaca
El silencio no es una palabra
Escrita sobre una pared
Es una canción solitaria por el viento
Que no se detiene en el medio de un infierno
Es una canción solitaria por el viento
Que no se detiene en el medio de un infierno
Silencio, señores grandes
Que despiertan las historias
Adormecidas en los parques
Debajo de un tobogán o un banco gris
Adormecidas en los parques
Cobijadas por un copo de maíz
Silencio, señores grandes
Que las dulces fábulas despiertan
Ellas están acurrucadas
En el vientre de un mordisco de manzana
Ellas están acurrucadas
En el bostezo de una hormiga trasnochada
El silencio no es una palabra
Escrita sobre una pared
Es una canción solitaria por el viento
Que no se detiene en el medio de un infierno
Es una canción solitaria por el viento
Que no se detiene en el medio de un infierno

Tradução da letra

Silêncio, senhores grandes
Que despertam os contos do parque
Eles esperam novas risadas
Nas trinta voltas de uma calesita
Eles esperam novas risadas
Sobre a esperança chamada anel
Silêncio, senhores grandes
Que despertam as lendas
Talvez pintadas ou desenhadas
Na borda redonda das plantas
Talvez pintadas ou desenhadas
No balanço solitário de uma rede
O silêncio não é uma palavra
Escrito sobre uma parede
É uma canção solitária pelo vento
Que não pára no meio de um inferno
É uma canção solitária pelo vento
Que não pára no meio de um inferno
Silêncio, senhores grandes
Que despertam as histórias
Dormentes nos parques
Sob um slide ou um banco cinza
Dormentes nos parques
Cobertas por um saco de milho
Silêncio, senhores grandes
Que as fábulas doces despertem
Elas estão enroladas
Na barriga de uma mordida de maçã
Elas estão enroladas
No bocejo de uma formiga crepitante
O silêncio não é uma palavra
Escrito sobre uma parede
É uma canção solitária pelo vento
Que não pára no meio de um inferno
É uma canção solitária pelo vento
Que não pára no meio de um inferno