Léo Ferré — L'oppression letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "L'oppression" de Léo Ferré.

Letra

Ces mains bonnes tout mme tenir des armes
Dans ces rues que les hommes ont traces pour ton bien
Ces rivages perdus vers lesquels tu t’acharnes
O tu veux aborder et pour t’en empcher les mains de l’oppression
Regarde-la gmir sur la gueule des gens
Avec les yeux fards d’horaires et de rves
Regarde-l se taire aux gorges du printemps
Avec les mains trahies par la faim qui se lve
Ces yeux qui te regardent et la nuit et le jour
Et que l’on dit braqus sur les chiffres et la haine
Ces choses «dfendues» vers lesquelles tu te tranes
Et qui seront toi lorsque tu fermeras les yeux de l’oppression
Regarde-la pointer son sourire indcent
Sur la censure apprise et qui va la messe
Regarde-la jouir dans ce jouet d’enfant
Et qui tue des fantmes en perdant ta jeunesse
Ces lois qui t’embarrassent au point de les nier
Dans les couloirs glacs de la nuit conseillre
Et l’Amour qui se lve l’Universit
Et qui t’envahira lorsque tu casseras les lois de l’oppression
Regarde-la flner dans l'њil de tes copains
Sous le couvert joyeux de soleils fraternels
Regarde-la glisser peu peu dans leurs mains
Qui formerons des poings ds qu’ils auront atteint l’ge de l’oppression
Ces yeux qui te regardent et la nuit et le jour
Et que l’on dit braqus sur les chiffres et la haine
Ces choses «dfendues» vers lesquelles tu te tranes
Et qui seront toi lorsque tu fermeras les yeux de l’oppression.

Tradução da letra

Estas boas mãos todas a Sra. segura as armas
Nestas ruas, os homens têm vestígios para o teu bem.
As margens perdidas para as quais te esforças
O você quer se aproximar e ter suas mãos cheias de opressão
Cuidado com o gmir na boca das pessoas.
Com olhos corados de horários e RV
Vê-lo calar-se no desfiladeiro da primavera
Com as mãos traídas pela fome que se eleva
Aqueles olhos que olham para ti, noite e dia
E que dizem roubos em números e ódio
Aquelas coisas" proibidas " para as quais te mudas
E quem serás tu quando fechares os olhos da opressão
Vê-a apontar o seu sorriso indescente
Sobre a censura aprendida e quem vai à missa
Vê-a a vir-se no brinquedo deste miúdo.
E que mata fantasmas ao perder a tua juventude
Aquelas leis que te embaraçam ao ponto de negá-las.
Nos corredores gelados da noite aconselham
E o amor que tenho na Universidade
E quem te invadirá quando violares as leis da opressão?
Vigia-a no quarto dos teus amigos.
Sob a alegre capa dos sóis irmãos
Vê-la escorregar pouco a pouco nas mãos deles
Que formarão punhos que atingiram a idade da opressão
Aqueles olhos que olham para ti, noite e dia
E que dizem roubos em números e ódio
Aquelas coisas" proibidas " para as quais te mudas
E quem serás tu quando fechares os olhos da opressão?