Lemuria — As I Die... letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "As I Die..." de Lemuria.
Letra
As I hold my breath,
With my hand on my heart.
I face the wind,
Carrying your scent, tearing me apart.
I gaze at the landscape,
For a sign of life.
I close my eyes,
As I reach for my knife.
Come my friend, fight no more.
Free yourself from this tortured life.
My blade, shimmering in the sun,
Bringer of light.
Sits poised in my hand,
Feeling my might.
As it turns, gleaming, flashing.
I look to the sky.
Freedom awaits me,
So I must die.
Come my friend, give up now.
Free yourself from this tortured life.
Falling, spiralling down,
Descending into madness.
Deciding my own fate,
Leaving this world of hate behind.
Far away, I hear an echo.
An angels voice is calling me.
Carried on the whispering winds.
It reaches me before my blade.
Falling, spiralling down,
Descending into madness.
Deciding my own fate,
Leaving this world of hate behind.
A song flies through the valley.
In my mind I recognize.
A familiar chant, so close to me.
I cannot fathom this impossibility.
Come my friend, give up now.
Free yourself from this tortured life.
Is this real.
Or is it a dream?
I hear my beloved call.
Shall I yet be redeemed?
Hope on the horizon.
As I hold my breath.
Though I can’t see my love.
I no longer choose death.
The fool! He fails to see,
My gift of immortality.
I shall make him understand,
Or I shall burn his fatherland.
Falling, spiralling down,
Descending into madness.
Deciding my own fate,
Leaving this world of hate behind.
Freedom!
I will not die!
You will now die!
Tradução da letra
Enquanto sustenho a respiração,
Com a minha mão no meu coração.
Eu enfrento o vento,
A carregar o teu cheiro, a desfazer-me.
Olho para a paisagem,
Por um sinal de vida.
Fecho os olhos,
Enquanto eu agarro a minha faca.
Vem meu amigo, não lutes mais.
Liberta-te desta vida torturada.
A minha lâmina, a brilhar ao sol,
Portador da luz.
Senta-se na minha mão,
A sentir o meu poder.
À medida que se transforma, brilhando, piscando.
Olho para o céu.
A liberdade espera-me,
Por isso, tenho de morrer.
Venha meu amigo, desista agora.
Liberta-te desta vida torturada.
Caindo, caindo em espiral,
A cair na loucura.
Decidir o meu próprio destino,
Deixar este mundo de ódio para trás.
Para longe, ouço um eco.
Uma voz de Anjos está a chamar-me.
Carregado nos ventos sussurrantes.
Chega-me antes da minha lâmina.
Caindo, caindo em espiral,
A cair na loucura.
Decidir o meu próprio destino,
Deixar este mundo de ódio para trás.
Uma canção voa pelo vale.
Na minha mente reconheço.
Um canto familiar, tão perto de mim.
Não consigo compreender esta impossibilidade.
Venha meu amigo, desista agora.
Liberta-te desta vida torturada.
Isto é real?
Ou é um sonho?
Ouço a minha amada chamar.
Ainda devo ser redimido?
Esperança no horizonte.
À medida que sustenho a respiração.
Embora não consiga ver o meu amor.
Já não escolho a morte.
O tolo! Ele não vê,
O meu dom da imortalidade.
Fá-lo-ei entender.,
Ou queimarei a pátria dele.
Caindo, caindo em espiral,
A cair na loucura.
Decidir o meu próprio destino,
Deixar este mundo de ódio para trás.
Liberdade!
Não vou morrer!
Agora vais morrer!