Leander Rising — Szomorú Vasárnap letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Szomorú Vasárnap" de Leander Rising.

Letra

vártalak kedvesem, templomi imával.
Álmokat kergetö vasárnap délelött,
bánatom hintaja nélküled visszajött;
azóta szomorú mindig a vasárnap,
könny csak az italom, kenyerem a bánat…
Utolsó vasárnap, kedvesem gyere el,
pap is lesz, koporsó, ravatal, gyászlepel.
Akkor is virág áll, virág és — koporsó,
virágos fák alatt utam az utolsó;
Nyitva lesz szemem, hogy még egyszer lássalak,
Ne félj a szememtöl, holtan is áldalak…
Vége a világnak
(Seress Rezsö verse a Szomorú vasárnap dallamára)
ösz van és peregnek a sárgult levelek,
Meghalt a földön az emberi szeretet.
Bánatos könnyekkel zokog az őszi szél,
Szívem már új tavaszt nem vár és nem remél.
iába sírok és hiába szenvedek,
Szívtelen rosszak és kapzsik az emberek…
Meghalt a szeretet!
Vége a világnak, vége a reménynek
Városok pusztulnak, srapnelek zenélnek.
Emberek vérétöl piros a tarka rét.
Halottak fekszenek az úton szerteszét.
Még egyszer elmondom csendben az imámat:
«Uram, az emberek gyarlók és hibáznak…»
Vége a világnak!

Tradução da letra

Esperei por ti, minha querida, com a oração da Igreja.
Domingo de manhã, perseguindo sonhos,
o balanço da minha tristeza voltou sem ti.;
desde então, o domingo é sempre triste.,
lágrimas são a minha bebida, o meu pão é a minha tristeza…
No domingo passado, minha querida, vem.,
haverá um padre, um caixão, um funeral, um funeral.
As flores ainda estão de pé, flores e caixões,
sob as árvores floridas a minha última viagem ;
Estarei aberto para te ver de novo.,
Não tenhas medo dos meus olhos, eu abençoo-te morto.…
O fim do mundo
(Poema de Seress Körö ao som de um triste domingo)
é outono e as folhas amarelas voam,
O amor humano morreu na Terra.
Com lágrimas dolorosas no vento de outono,
O meu coração não está à espera de uma nova primavera, nem à espera de uma nova primavera.
Choro e sofro em vão,
Pessoas más e gananciosas sem coração…
O amor está morto!
Fim do mundo, fim da esperança
Cidades estão a morrer, estilhaços estão a tocar.
O sangue das pessoas faz um prado vermelho.
Há pessoas mortas na estrada.
Vou rezar em silêncio mais uma vez.:
"Senhor, as pessoas são fracas e cometem erros…»
É o fim do mundo!