Laurie Darmon — Bonjour tristesse letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Bonjour tristesse" de Laurie Darmon.

Letra

Bonjour tristesse,
Comment m’as-tu trouvée?
J’avais pris soin, pourtant, de ne me révéler jamais au grand jour de tes armes.
J’avais installé une alarme.
C'était l’arme de mon âme contre le vacarme de mes larmes.
Des armes et désormais, désertée par mes idéaux.
Ce soir ces deux feux affolés aux fumées à fleurs de peau.
Je vagabonde dans mes songes endeuillés,
Je vague dans le lac d’un nouveau décor ombragé.
Sans crier gare, elle s’est enfuie,
La petite fille de mon pays.
Elle s’est enfoncée dans la nuit,
Des temps qui filent, sans faire de bruit.
Ma naïve est encore pleine d’espoir.
Un soir, elle s’est baladée tard,
Aux alentours d’un café noir,
Rencontre nocturne du désespoir.
Ma chère tristesse,
Quand me quitteras-tu?
Tu me fais le cœur lourd et le regard couleur déçue.
Mon enfance s’envole, mes rêves s'évaporent, mes ambitions se défilent et se faufilent dans la file d’attente.
Imaginaire insoutenable, incendiaire, insolvable, insupportable et sans
frontières.
La reine trône seule, sur son univers en plumes,
Détrônée par le temps, la voici jetée, sur le bitume.
Le bitume…
Le bitume…
Sans crier gare, elle s’est enfuie,
La petite fille de mon pays.
Elle s’est enfoncée dans la nuit.
Des temps qui filent sans faire de bruit.
Naïve est encore pleine d’espoir.
Un soir, elle s’est baladée tard,
Aux alentours d’un café noir,
Avoir… rencontre nocturne du désespoir.
Le désespoir…
C’est quand il est trop tard,
Vu qu’il fait noir.
Le désespoir…
C’est pas fatal.
Désespoir, un espoir.
Sans crier gare, elle s’est enfuie,
La petite fille de mon pays.
Elle s’est enfoncée dans la nuit.
Des temps qui filent, sans faire de bruit.
Naïve est encore pleine d’espoir.
Un soir, elle s’est baladée tard,
Aux alentours d’un café noir,
Avoir… rencontre nocturne du désespoir.
(Merci à Leasse pour cettes paroles)

Tradução da letra

Olá, tristeza.,
Como me encontraste?
No entanto, tive o cuidado de nunca me revelar no Grande Dia das vossas armas.
Preparei um alarme.
Era a arma da minha alma contra o barulho das minhas lágrimas.
Armas e agora desertadas pelos meus ideais.
Esta noite, estes dois incêndios passaram-se com vapores de flores de pele.
Vagueio nos meus sonhos de luto,
Aceno no Lago de um novo cenário sombrio.
Sem gritar, ela fugiu.,
A menina do meu país.
Afundou - se na noite,
Os tempos passam sem fazer barulho.
A minha ingênua ainda está cheia de esperança.
Uma noite, ela caminhou tarde.,
Em torno de um café preto,
Encontro noturno de desespero.
Minha querida tristeza,
Quando me vais deixar?
Entristeces-me o coração e os olhos desiludem-me.
A minha infância voa, os meus sonhos evaporam, as minhas ambições deslizam e esgueiram-se para a fila.
Imaginário insustentável, incendiário, insolvente, insuportável e sem
fronteira.
A Rainha senta-se sozinha no seu universo emplumado.,
Destronada pelo tempo, aqui ela é lançada, no betume.
Betume…
Betume…
Sem gritar, ela fugiu.,
A menina do meu país.
Afundou-se na noite.
Tempos que passam sem fazer barulho.
Ingênuo ainda está cheio de esperança.
Uma noite, ela caminhou tarde.,
Em torno de um café preto,
Apor ... encontro noturno de desespero.
Desespero…
É quando é tarde demais.,
Já que está escuro.
Desespero…
Não é fatal.
Desespero, esperança.
Sem gritar, ela fugiu.,
A menina do meu país.
Afundou-se na noite.
Os tempos passam sem fazer barulho.
Ingênuo ainda está cheio de esperança.
Uma noite, ela caminhou tarde.,
Em torno de um café preto,
Apor ... encontro noturno de desespero.
(Obrigado a Leasse por estas palavras)