Lars Lilholt Band — Gloria letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Gloria" de Lars Lilholt Band.

Letra

Kakerlakkongen har et hoved som en fugl
Og de nøgne mennesker har ikke noget skjul
Gloria sidder ved kongens fod
Og spejler sig i røven på en djævel der slår rod
Hun lukker sine øjne der er ingen trøst
Den sorte køter befamler hendes bryst
Tar fat om hendes hofter, savler og sir:
«Byen brænder ned, lad os få lidt lir»
Gloria
Kakerlakkongen æder en undersåt råt
Der af skræk skider sorte ravne der skråt
Flyver op mod mennesker på tynd is
Stop den liderlige nonnegris
Der vil have underskrevet den der vielsesattest
Som hun fik til en fest hvor de naglede en gæst
Til et bord mens han svor:
«Hey! prøv at lytte
Et brætspil gør ikke jæger til bytte»
Gloria
Kakerlakkongen aborterer to mand ned
I det sorte hul hvor de trygler om fred
Der er hjerter på spid, ører på klinge
Aben får klokkeren op at ringe
Gloria elsker en opiumsøgle
Hendes mand hænger død i en bagdørsnøgle
En afhugget hånd kaster 5 på stribe
Klapper fremad march for sækkepibe
Gloria
Haren blæser i jægerens horn
God jagt, bliver der sagt til de sammensvorne
Hugormen Ulvehoved korsfæster træt
Musikeren til sit gribebræt
Sommerfuglen plirer i sin rustning og siger:
«Så er det op ad stigen små drenge og piger
Der er smugkro i menneskets hule krop
Her skal drikkes og hores og kastes op»
Gloria
Vi hænger drengene i harpestrengene
Vi vejer pigerne i drejelirerne
Hold til højre i Lysternes Have
Er verden normal eller af lave
Rotten ridder hærføreren over en bro
Byen brænder ned blir der aldrig ro
Gloria, Gloria Tidsfordriv
I en anden tid i et andet liv
Gloria

Tradução da letra

O rei das baratas tem uma cabeça como um pássaro
E as pessoas nuas não se escondem
Gloria senta-se ao pé do Rei
E espelhado no rabo de um diabo que cria raízes
Ela fecha os olhos não há conforto
O Rafeiro negro penhora o seu peito
Agarre-lhe as ancas, Babe-se e Senhor:
"A cidade está a arder, vamos beber um pouco.»
Gloria
O rei das baratas come um assunto cru.
Por medo os corvos negros cagam ali obliquamente
Voando contra Humanos em gelo fino
Pára com os nonnegris excitados.
Terá assinado a certidão de casamento.
Quando ela chegou a uma festa onde eles apanharam um convidado
Para uma mesa enquanto ele jurava:
"Ei! tenta ouvir.
Um jogo de tabuleiro não faz caçadores presas»
Gloria
O rei das baratas aborta dois homens.
No buraco negro onde imploram pela paz
Há corações no cuspo, ouvidos na lâmina
O macaco toca a campainha
A Gloria adora uma busca de ópio.
O marido dela está morto numa chave das Traseiras.
Uma mão decepada atira cinco seguidas.
Palmas para a marcha à frente para gaitas de foles
Gloria
A lebre sopra no Chifre Do Caçador
Feliz caçada, dizem aos conspiradores
A cabeça de lobo Viper Crucifica o cansaço
O músico para o seu quadro
A borboleta prega-se na sua armadura e diz::
"Então subimos a escada meninos e meninas
Há bares clandestinos no corpo oco do homem
Bebam e sejam ouvidos e vomitem»
Gloria
Penduramos os rapazes nas cordas da Harpa
Pesamos as raparigas nas mesas de cabeceira.
Segura-te bem no Jardim do desejo
O mundo é normal ou baixo
O rato tricota o comandante sobre uma ponte.
A cidade arde lá em baixo nunca haverá paz
Glória, Glória Passatempo
Em outro tempo em outra vida
Gloria