Lara — Al Sur de la Razón letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Al Sur de la Razón" de Lara.
Letra
Cada mañana
le pido al cielo
mantenerme en pie.
Abro mis alas
en la parada
de las ocho y diez.
El mundo en acción,
y yo sin saber
cuál es la solución.
Y tu, duermes aún.
Ríos de gente
cruzan las calles
a contra reloj,
mientras vuelve
a esconderse
mi buena suerte.
Y te digo adios,
sentada en el borde
de esta cornisa
de hormigon y estrés,
al sur de la razón y la luz.
No, ya no tengo
fuerzas ni valor.
No, ya no sé
cómo vivir sin ilusión.
Y aunque a veces
juegue a detener el tiempo, nada cambia bajo el sol,
nada cambia en mi interior.
Veo a diario
chicos de barrio
contra la pared,
sonrisas de moda
en la cresta de la ola, duendes de internet.
Mi alma resiste
con la esperaznza
de volverte a ver,
y tu,
¿Dónde estarás ahora tu?
No, ya no tengo
fuerzas ni valor.
No, ya no sé
cómo vivir sin ilusión.
Y aunque a veces
juegue a detener el tiempo, nada cambia bajo el sol,
nada cambia en mi interior.
No, ya no siento
frío ni calor.
No, nadie lanza flechas
a mi corazón.
Cada beso que nos dimos
era un sueño
que el destino
nos robó a los dos.
Flores que marchitan dentro,
lágrimas al viento
sólo por ti.
Cuando la herida se cierre
y mis labios besen
con nuevo deseo,
no vuelvas a huir,
que hay amores
que no tienen fin.
No, ya no tengo
fuerzas ni valor.
No, ya no sé
cómo vivir sin ilusión.
Y aunque a veces
juegue a detener el tiempo, nada cambia bajo el sol,
nada cambia en mi interior.
Nada cambia desde nuestro adiós.
(Gracias a Esther Alejandra por esta letra)
Tradução da letra
Todas as manhãs
peço ao céu
manter-me de pé.
Abro as minhas asas
na paragem
das oito e dez.
O mundo em ação,
e eu sem saber
qual é a solução.
E tu ainda dormes.
Rios de pessoas
atravessam as ruas
a contra relógio,
enquanto volta
escondam se
minha boa sorte.
E digo te adeus,
sentada à beira
desta cornija
de concreto e estresse,
ao sul da razão e da luz.
Não, já não tenho
forças ou coragem.
Não, já não sei
como viver sem ilusão.
E embora às vezes
jogue para parar o tempo, nada muda sob o sol,
nada muda dentro de mim.
Vejo todos os dias
rapazes do bairro
contra a parede,
sorrisos da moda
na crista da onda, Goblins da internet.
A minha alma resiste
com a esperaznza
de te ver de novo,
e tu,
Onde vais estar agora?
Não, já não tenho
forças ou coragem.
Não, já não sei
como viver sem ilusão.
E embora às vezes
jogue para parar o tempo, nada muda sob o sol,
nada muda dentro de mim.
Não, já não sinto
frio ou calor.
Não, ninguém lança flechas
ao meu coração.
Cada beijo que demos
era um sonho
que o destino
ele roubou-nos aos dois.
Flores que murcham dentro,
lágrimas ao vento
só por ti.
Quando a ferida se fechar
e os meus lábios beijem
com novo desejo,
não voltes a fugir,
que há amores
que não têm fim.
Não, já não tenho
forças ou coragem.
Não, já não sei
como viver sem ilusão.
E embora às vezes
jogue para parar o tempo, nada muda sob o sol,
nada muda dentro de mim.
Nada muda desde o nosso adeus.
(Graças a Esther Alejandra por esta letra)