Laguna Pai — Somos Pocos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Somos Pocos" de Laguna Pai.

Letra

Somos pocos pero estamos locos, vamos a cambiar éste mundo poco a poco
Somos austeros, no somos embusteros, nos escapamos de las garras de los buitres
viejos
Sin complejos, ni vino añejo, sólo mensajes antiguos que traspasan el pellejo
Como la brisa que viene del mar, como el viento que canta al soplar
Como las huellas que veo en los cerros, como las aves que observan al vuelo
Como se mata la gente por el suelo, como se mueve la gente cuando tiene miedo
Lo que traigo no es finta ni pana, lo que busco no es riqueza ni fama
Yo no quiero llevarte a la cama, yo no quiero que me presentes a tu hermana
Aquí les traigo un par de acordes simples, quiero comunicar yo no quiero lucirme
Con la simpleza se abren muchas puertas, con sencillez se hacen cosas eternas
Queremos que valga la pena, que nazcan más niños en la tierra
Queremos que la esperanza le llene a todo mi pueblo la mente y el alma
Queremos que las cosas se decidan, bajo criterios que defiendan la vida
Queremos que la selva sobreviva a tanta codicia que la tiene en la mira
Que no se bote al mar lo que ensucian de la tierra, que no saqueen las montañas
en la sierra
Queremos que las olas rompan como quieran, que no se construyan muelles donde
sea
Queremos andar sin rodeos, caminar descalzos con el barro entre los dedos
Queremos que no existan prejuicios absurdos, queremos andar todos, todos,
todos juntos
Que hay de los que crecen en el olvido, donde no se puede confiar ni en los
amigos
Que hay de los golpes que se dan en las calles, entre polvo donde nadie los va a salvar
Que hay de una educación ausente en las casas y en las escuelas de la gente
Que hay de un gobierno ausente en las montañas donde el frío mata por la mañana
Y estamos hartos de las falsas promesas, populismo, moda y otro tipo de proezas
Estamos hartos de falsos profetas que conocen la escena pero no las respuestas
Queremos que valga la pena que nazcan más niños en la tierra
Queremos que la esperanza le llene a todo mi pueblo la mente y el alma
Y nunca nos vamos a callar… Y nunca nos vamos a callar…
Y nunca nos vamos a callar porque hay mucha gente por la que cantar…
Somos pocos pero estamos locos, vamos a cambiar éste mundo poco a poco
Somos austeros, no somos embusteros, nos escapamos de las garras de los buitres
viejos
Sin complejos, ni vino añejo, sólo mensajes antiguos que traspasan el pellejo
Como la brisa que viene del mar, como el viento que canta al soplar
Como las huellas que veo en los cerros, como las aves que observan al vuelo
Como se mata la gente por el suelo, como se mueve la gente cuando tiene miedo

Tradução da letra

Somos poucos mas somos loucos, vamos mudar este mundo pouco a pouco
Somos austeros, não somos mentirosos, escapamos das garras dos abutres
velhos
Sem complexos, nem vinho velho, apenas mensagens antigas que atravessam a pele
Como a brisa que vem do mar, como o vento que canta ao soprar
Como as pegadas que vejo nas colinas, como as aves que observam ao vôo
Como as pessoas são mortas pelo chão, como as pessoas se movem quando têm medo
O que trago não é finta nem veludo, o que procuro não é riqueza nem fama
Não quero levar-te para a cama, não quero que me apresentes à tua irmã
Aqui eu trago um par de acordes simples, Quero comunicar eu não quero me exibir
Com a simplicidade abrem-se muitas portas, com simplicidade fazem-se coisas eternas
Queremos que valha a pena, que nasçam mais crianças na terra
Queremos que a esperança encha todo o meu povo com a mente e a alma
Queremos que as coisas sejam decididas, sob critérios que defendam a vida
Queremos que a selva sobreviva a tanta ganância que a tem na mira
Que não se lancem ao mar o que contaminam da terra, que não saqueem as montanhas
na serra
Queremos que as ondas quebrem como quiserem, que não se construam docas onde
seja
Queremos andar sem rodeios, andar descalço com a lama entre os dedos
Queremos que não haja preconceitos absurdos, queremos andar todos, todos,
todos juntos
Que há daqueles que crescem no esquecimento, onde não se pode confiar nem nos
amigos
Que tal os golpes que se dão nas ruas, entre pó onde ninguém os vai salvar
Que há de uma instrução ausente nas casas e nas escolas do pessoa
Que há de um governo ausente nas montanhas onde o frio mata de manhã
E estamos fartos de falsas promessas, populismo, moda e outros tipos de proezas
Estamos fartos de falsos profetas que conhecem a cena, mas não as respostas
Queremos que valha a pena que nasçam mais crianças na terra
Queremos que a esperança encha todo o meu povo com a mente e a alma
E nunca nos vamos calar Y e nunca nos vamos calar…
E nunca nos vamos calar porque há muita gente para cantar…
Somos poucos mas somos loucos, vamos mudar este mundo pouco a pouco
Somos austeros, não somos mentirosos, escapamos das garras dos abutres
velhos
Sem complexos, nem vinho velho, apenas mensagens antigas que atravessam a pele
Como a brisa que vem do mar, como o vento que canta ao soprar
Como as pegadas que vejo nas colinas, como as aves que observam ao vôo
Como as pessoas são mortas pelo chão, como as pessoas se movem quando têm medo