Lágrimas De Sangre — El Último Grito en Detrito letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "El Último Grito en Detrito" de Lágrimas De Sangre.
Letra
Me venden libertad a buen precio y el último grito en detrito
Un tipo en la tele insiste en que lo necesito
Que de hecho tenerlo es signo to sexy de éxito
Lo pillo ya y lo pago en dieciocho mesecitos
El bucle infinito: vendo mierda que genero
A cambio de escaso dinero que gasto en basura que no quiero
De corte efímero, ¡sé el primero
En tirar tus ingresos por el sumidero!
Adquiere esta basura nueva que deja obsoleta tu basura vieja
Ve a comprar como una oveja a esa tienda que te veja
Que te engaña para que compres el doble
Que te humilla con ofertas pack ahorres
Todo el mundo pilla que la manzana es más sana si lleva más cera y brilla
Y a nadie le importa cuánto dura una bombilla
Nos seduce el envase, nos lo ofrece gente guapa de esa que se maquilla
Felicidad en pastillas
Pero todo es una estafa y te astillan
Te han atontado para que caigas en la trampa, come y calla te chillan
Y tú qué haces? No quieres tomar un rumbo drástico
Pero ya ves el plástico llegando a la orilla
Suciedad de consumo con humo y con grumo
Con negro engrudo y amorfo tumor futuro
El cúmulo de mugre cubre al hombre, y todos quieren un zurullo
Todo el mundo quiere el suyo, ¡compra uno, corre!
Quieren que consumas basura que sudas
Mientras atesoras basura que compras o usuras
Que adoras, que adulas, que a duras penas puedes pagar (pero)
Aún quedan bosques que talar
Nos sumamos a las voces que te dicen frena
La segunda mano te vale la pena
Hay formas de romper las cadenas
Solo es basura si no haces nada con ella
Nos sumamos a las voces que te dicen «decrezcamos»
No sabemos hacia donde, pero dicen «progresamos»
De los fluidos ríos, y los idílicos páramos
Hicimos la pocilga en la que nos regocijamos
Las empresas obran crimen, estados lo permiten
Dejando que contaminen, ¿qué me cuentas a mí, nen?
Yo consumo lo justo y sumo lustros de consumo
Me encojo de hombros entre escombros muerte y humo
Mientras, ellos dicen compra y si no llegas pide crédito
Te cobran por la bolsa con todo el sano criterio
Todo son facilidades, es crecimiento ¿sabes?
Pero has crecido tanto que en tu casa ya no cabes
Ve a por otra contigua, un lugar donde lograr acumular
La futura versión de tu basura más antigua
Santiguar la mugre del momento, averigua
Donde adquirirla y haz de ella un monumento
Un absurdo culto al bulto, si te ves en la mierda
Aciertas, no sabes hasta qué punto
Menda, te rodea jerna, mierda muy bien envasada
Y anunciada en tele mierda con mal gusto
Feliz con cualquier mierda, no aspiras a más
Nos han acostumbrado a comprar precariedad
Tu no odias los lunes, tu odias el sistema
Odias tu trabajo y odias la necesidad
Walla, en el Walla Pop esta en stock miseria top
Con el Photoshop disimulas mierda
Mientras, inmundicia innecesaria inunda
Tu pulmón poco a poco, el tabaco apesta
Un secreto, el vertedero verdadero de coltán
Está en tu cuarto i lo tienes repleto
Querrás uno nuevo porque está programado param
Que este pasado un rato se quede obsoleto
La Coca Cola siempre está de moda
Porque mola no controlar si tu aorta engorda, ahora importa?
Es agua sucia y cara pero no te cortas
Te lo dice una caja poco sospechosa de ser tonta
Eso que comentas en los bares es bazofia
Ves telebasura y vomitas escoria
Vuelves a engullirla, bollería maligna
Grasa en tu barriga, mugre en tu memoria
Mecesito una letrina para mirar tele circo
Las migajas que ingerimos son despojos de los ricos
Desperdicios que pagamos porque han dicho
Mira el continente, olvida el contenido
Quieren que consumas basura que sudas
Mientras atesoras basura que compras o usuras
Que adoras, que adulas, que a duras penas puedes pagar (pero)
Aún quedan bosques que talar
Nos sumamos a las voces que te dicen frena
La segunda mano te vale la pena
Hay formas de romper las cadenas
Solo es basura si no haces nada con ella
Tradução da letra
Eles me vendem liberdade a um bom preço e o último grito em detrito
Um tipo na televisão insiste que preciso dele
Que na verdade tê lo é sinal para sexy de sucesso
Já percebi e pago em dezoito meses
O loop infinito: eu vendo merda que eu gero
Em troca de pouco dinheiro gasto em lixo que eu não quero
De corte efêmero, seja o primeiro
Em jogar fora sua renda para o sumidouro!
Adquira esse lixo novo que deixa seu lixo antigo obsoleto
Vai comprar como uma ovelha àquela loja que te vê
Que te engana para comprares o dobro
Que o humilha com ofertas pack você economiza
Todo mundo percebe que a maçã é mais saudável se ela carrega mais cera e brilha
E ninguém se importa quanto tempo dura uma lâmpada
Seduz-nos a embalagem, oferece-nos gente bonita daquela que se maquilha
Felicidade em pílulas
Mas tudo é uma farsa e você está lascado
Eles te assustaram para cair na armadilha, comer e calar eles gritam com você
E tu o que estás a fazer? Você não quer tomar um rumo drástico
Mas você vê o plástico chegando à costa
Sujidade de consumo com fumo e grumo
Com preto engrudo e amorfo tumor futuro
O aglomerado de sujeira cobre o homem, e todo mundo quer um zurullo
Todo mundo quer o seu, compre um, corra!
Querem que consuma lixo que Sue
Enquanto você valoriza lixo que você compra ou usa
Que adoras, que adulas, que mal podes pagar (mas)
Ainda há florestas para cortar
Juntamo nos às vozes que te dizem trava
A segunda mão vale a pena para você
Existem maneiras de quebrar as correntes
Só é lixo se não fizeres nada com ela
Nós somamos as vozes que lhe dizem " vamos diminuir»
Nós não sabemos para onde, mas eles dizem " nós progredimos»
Dos rios fluídos e dos pântanos idílicos
Fizemos a pocilga em que nos alegramos
As empresas operam Crime, os estados permitem
Deixando-os contaminar, o que me diz, nen?
Eu consumo o justo e sumo lustros de consumo
Encho os ombros entre escombros morte e fumo
Enquanto isso, eles dizem compra e se você não chegar pede crédito
Cobram Te pelo saco com todo o saudável critério
Tudo São facilidades, é crescimento, sabes?
Mas cresceste tanto que em tua casa já não cabes
Vá para outro adjacente, um lugar para conseguir acumular
A versão futura do seu lixo mais antigo
Santiguar a sujeira do momento, descubra
Onde adquiri-la, e faça dela um monumento
Um absurdo culto ao caroço, se você se vê na merda
Você acerta, você não sabe até que ponto
Menda, rodeia-te jerna, merda muito bem embalada
E anunciada na TV merda com mau gosto
Feliz com qualquer merda, você não aspira a mais
Habituaram Nos a comprar precariedade
Você não odeia segundas-feiras, você odeia o sistema
Você odeia seu trabalho e odeia a necessidade
Walla, no Walla Pop está em estoque miséria top
Com Photoshop dissimulas porra
Entretanto, imundícia desnecessária inunda
Seu pulmão pouco a pouco, o tabaco cheira mal
Um segredo, O verdadeiro aterro de coltan
Está no teu quarto
Você vai querer um novo porque está programado param
Que este tempo se torne obsoleto
A Coca Cola está sempre na moda
Porque é bom não controlar se a sua aorta engorda, agora importa?
É água suja e cara mas você não corta
Diz Te uma caixa pouco suspeita de ser Parva
O que estás a dizer nos bares é treta
Vês telebasura e vomitas escumalha
Voltas a engoli-la, pastelaria maligna
Gordura em sua barriga, sujeira em sua memória
Vou balançar uma latrina para ver Televisão circo
As migalhas que ingerimos são miudezas dos ricos
Resíduos que pagamos porque disseram
Olhe para o continente, esqueça o conteúdo
Querem que consuma lixo que Sue
Enquanto você valoriza lixo que você compra ou usa
Que adoras, que adulas, que mal podes pagar (mas)
Ainda há florestas para cortar
Juntamo nos às vozes que te dizem trava
A segunda mão vale a pena para você
Existem maneiras de quebrar as correntes
Só é lixo se não fizeres nada com ela