Lágrimas De Sangre — Carta Abierta letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Carta Abierta" de Lágrimas De Sangre.

Letra

Esta es una carta abierta a la naturaleza
Que nos mate su fauna y que nos coma la maleza
Aquí hay mucho maleante, que nos hagan ya la guerra
Me tienen de su parte, quiero que brote la selva
Esta es una carta abierta, madre naturaleza
Que nos mate tu fauna y que nos coma tu maleza
Aquí hay mucho maleante, álzate en armas y haznos la guerra
Nos tienes de tu parte, quiero que brote la selva
Y se lleve esta ciudad, se lleve esta ciudad
Se lleve esta ciudad… (y devuelva la vida)
Hey, madre natura
No hay ciudad que no se construya
Sin tu fuerza, mano de obra animal
Siglos de abuso y usura
Que nuestra insolencia aliente la furia
Entre a conciencia y destruya
No nos merecemos nada de lo que tenemos
Deja que locura fluya
Suelta las hordas
Suena el pavimento, se desbocan
Que avancen los bancos debajo de barcas
Y arranquen anzuelos, asalten amarras
Y que de las ramas salgan bandadas
Que manchan el cielo y atacan
Contra la arrogancia de quien paga caza controlada
Jabalís del maquis, bloque mortal, pata negra Barcelona
Huelga salvaje general, muerte en el mercadona
Crisis de guiris muertos, ya no quieren pienso
Quieren la persona entera
Nadie se lo espera
Pero tras la hiedra ríen hienas
Por favor madre natura
Tráenos otra tesitura
Donde que toros maten personas sea la nueva cultura
Manadas de bisontes de compras en el corte inglés
Ovejas de rebajas en el Bershka
Zumba el retumbar de la avalancha
Bueyes machacan machos en canchas
Ya nunca jamás jamelgas cabalgarán con tan mísera carga
Por favor acaba con el dolor
Tal presunción y fatal actitud
Que vuelva el mamut en el hood y kaputt
Total, somos ya multitud
Querida madre omnipotente
Por la presente ten a bien atenderme
No somos huésped decente
Un diez por cien de fuerza es suficiente
Acaba con la gente
Venga lentamente el mal que alberga la Tierra
Suelta la rabia que la valla encierra
Y vela por el verde que al caos alimente
Haz que se cague la perra
Que muerda la mano que sujeta la cuerda
Que salte la verja, que arda la granja de paja
Que se haga la guerra
Abre la jaula que aúna la fauna y avanza en pro de la matanza
Que sacia la panza del mal y lo animal en alianza
Aplica tu venganza
Ajusticia al hombre con un colocón
De algún hongo que tumbe
Que derrumbe el bunker
Del lumpen a golpe de yunque
Que tu halo retumbe
Haz de la mugre perfume
Haz ceniza al que tu planta consume
Haz de la paz en la faz de la Tierra una idea falaz
Y que el ave rapaz nuestra carne deguste
Menuda animalada nada para la manada
Ni la bala ni la bla bla sacian ya la sed de sangre
Banco rebaño y enjambre
Tierra, mar y aire
No basta que digas que no vas a comer carne
Que saques pecho por su derecho
El daño ya está hecho
La muerte es un hecho
Haberlo pensado antes
No lo habías pensado y serán tu verde verdugo
Se han quitado los bozales, riendas, correas y yugos
Carne de consumo
Cebo vivo hey mamá
Hace tiempo que no te escribo
Hoy quiero sincerarme contigo
Yo que he ingerido animales de granja
Considero muy justificada la matanza
De los mamíferos bípedos cínicos con los que vivo
Que nos coman los felinos
Que por nuestras calles campen manadas de herbívoros
Para equilibrar la balanza
Que el bisonte lleve piel de vizconde
Que los trofeos de caza sean hombres
Que el elefante aplaste al infante
Que la viridarquía se implante
Mundo rodante de verde abundante
De fauna mutante creciente, exuberante
Imperante, inminente desastre
Garras y dientes, litros de sangre
Madre, acepto ser alimento para el animal hambriento
Y que el esqueleto desecho sea el sedimento
Que al bosque sirva de cimiento
Yo solo soy un pobre hombre torpe sobre el orbe enorme
Que ahora duerme pero si pone orden
No me corresponde oponerme
Sé que solo soy un germen
Hágase tu voluntad
Acaba con esta humanidad corrupta
Fractura abrupta ¿Hakuna matata? ¡Nunca!
Ahora es ¡chitón o pumba!
Que el vergel que emerge despeje dudas
Que el verde gobierne de forma cruda
Justicia brutal, tribunal de la jungla
Dile a esos topos que caven las tumbas
Esta es una carta abierta a la naturaleza
Que nos mate su fauna y que nos coma la maleza
Aquí hay mucho maleante, que nos hagan ya la guerra
Me tienen de su parte, quiero que brote la selva
Esta es una carta abierta, madre naturaleza
Que nos mate tu fauna y que nos coma tu maleza
Aquí hay mucho maleante, álzate en armas y haznos la guerra
Nos tienes de tu parte, quiero que brote la selva
Y se lleve esta ciudad, se lleve esta ciudad
Se lleve esta ciudad…

Tradução da letra

Esta é uma carta aberta à natureza
Que nos mate a sua fauna e que nos coma a erva
Há aqui muito bandido, que nos façam já a guerra
Apanharam - Me, quero que a selva rebente
Esta é uma carta aberta, mãe natureza
Que nos mate a tua fauna e que nos coma a tua erva
Há aqui muito malandro, Levanta-te em armas e faz-nos a guerra
Tens-nos do teu lado, quero que rebente a selva
E leve esta cidade, leve esta cidade
Leve esta cidade ((e traga de volta a vida)
Olá, mãe natura
Não há cidade que não seja construída
Sem a tua força, mão-de-obra animal
Séculos de abuso e usura
Que a nossa insolência encoraje a fúria
Entre na consciência e destrua
Não merecemos nada do que temos
Deixa a loucura fluir
Larga as hordas
O pavimento toca, eles se desfazem
Que avancem os bancos debaixo de barcos
E arranquem anzóis, assaltem amarras
E que dos ramos saiam bandos
Que mancham o céu e atacam
Contra a arrogância de quem paga caça controlada
Javalis del maquis, bloco mortal, pata negra Barcelona
Greve geral Selvagem, morte no mercadona
Crise de guiris mortos, eles não querem mais eu penso
Eles querem a pessoa inteira
Ninguém o espera
Mas depois da hera riem hienas
Por favor mãe natura
Traz-nos outra tessitura
Onde quer que touros matem pessoas seja a nova cultura
Manadas de bisontes de compras no tribunal Inglês
Ovelhas desconto no Bershka
Zumba o estrondo da avalanche
Bois esmagar machos em quadras
Nunca mais jamais jamelgas cavalgarão com tão mísera carga
Por favor, acaba com a dor
Tal presunção e atitude fatal
Que o mamute volte no hood e kaputt
Total, já somos multidão
Querida mãe onipotente
Por este meio tem que me atender
Não somos hóspedes decentes
Dez por cento de força é suficiente
Acaba com as pessoas
Venha lentamente o mal que abriga a Terra
Solte a raiva que a cerca encerra
E vela pelo verde que alimenta o caos
Faz com que a cabra se lixe
Que morda a mão que segura a corda
Que salte o portão, que arda a fazenda de palha
Que se faça a guerra
Abre a jaula que une a fauna e avança em prol da matança
Que sacia a barriga do mal e o animal em aliança
Aplique sua vingança
Ajuste o homem com uma colocação
De algum fungo que tumbe
Que derrube o bunker
Do lumpen à batida de bigorna
Que o teu halo retumbe
Faça a sujeira perfume
Faça cinzas que sua planta consome
Faz da paz na face da terra uma ideia falaz
E que a ave de rapina nossa carne proveste
Que animalada nada para a alcateia
Nem a bala nem a blá blá saciam já a sede de sangue
Banco rebanho e enxame
Terra, mar e ar
Não basta dizeres que não vais comer carne
Tira o peito pela direita
O dano já está feito
A morte é um facto
Ter pensado nisso antes
Você não pensou nisso e eles serão seu verde Carrasco
Os focinhos, rédeas, correias e garfos foram removidos
Carne de consumo
Isco vivo mãe
Não te escrevo há muito tempo
Hoje quero ser sincero contigo
Eu que ingeri animais de fazenda
Considero muito justificada a matança
Dos mamíferos bípedes cínicos com os quais vivo
Que os felinos nos comam
Que por nossas ruas campen rebanhos de herbívoros
Para equilibrar a balança
Que o bisonte leve pele de Visconde
Que os troféus de caça sejam homens
Que o elefante esmague a criança
Que a viridarquia se implante
Mundo de rolamento de verde abundante
De fauna mutante crescente, exuberante
Imperante, desastre iminente
Garras e dentes, litros de sangue
Mãe, aceito ser alimento para o animal faminto
E que o esqueleto residual seja o sedimento
Que a floresta sirva de base
Eu sou apenas um pobre homem desajeitado sobre o enorme orbe
Que agora dorme mas se põe ordem
Não me compete opor me
Eu sei que sou apenas um germe
Seja feita a tua vontade
Acaba com esta humanidade corrupta
Fractura abrupta Hakuna matata? Nunca!
Agora é chitón ou pumba!
Que o vergel que emerge cancele dúvidas
Que o verde governe cru
Justiça brutal, tribunal da selva
Diz àqueles moles para cavarem as sepulturas
Esta é uma carta aberta à natureza
Que nos mate a sua fauna e que nos coma a erva
Há aqui muito bandido, que nos façam já a guerra
Apanharam - Me, quero que a selva rebente
Esta é uma carta aberta, mãe natureza
Que nos mate a tua fauna e que nos coma a tua erva
Há aqui muito malandro, Levanta-te em armas e faz-nos a guerra
Tens-nos do teu lado, quero que rebente a selva
E leve esta cidade, leve esta cidade
Leve esta cidade…