Labordeta (F) — Canto a la libertad letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Canto a la libertad" de Labordeta (F).

Letra

Habrá un día
En que todos
Al levantar la vista
Veremos una tierra
Que ponga libertad!
Hermano, aquí mi mano
Será tuya mi frente
Y tu gesto de siempre
Caerá sin levantar
Huracanes de miedo
Ante la libertad!
Haremos el camino
En un mismo trazado
Uniendo nuestros hombros
Para así levantar
A aquellos que cayeron
Gritando libertad!
Habrá un día
En que todos
Al levantar la vista
Veremos una tierra
Que ponga libertad!
Sonarán las campanas
Desde los campanarios
Y los campos desiertos
Volverán a granar
Unas espigas altas
Dispuestas para el pan!
Para un pan que en los siglos
Nunca fue repartido
Entre todos aquellos
Que hicieron lo posible
Por empujar la historia
Hacia la libertad
Habrá un día
En que todos
Al levantar la vista
Veremos una tierra
Que ponga libertad!
También será posible
Que esa hermosa mañana
Ni tú, ni yo, ni el otro
La lleguemos a ver
Pero habrá que empujarla
Para que pueda ser!
Que sea como un viento
Que arranque los matojos
Surgiendo la verdad,
Y limpie los caminos
De siglos de destrozos
Contra la libertad!
Habrá un día
En que todos
Al levantar la vista,
Veremos una tierra
Que ponga libertad!

Tradução da letra

Haverá um dia
Em que todos
Ao olhar para cima
Veremos uma terra
Libertem-no!
Irmão, aqui está a minha mão
A minha testa será tua
E o teu gesto habitual
Cairá sem levantar
Furacões assustadores
Diante da liberdade!
Faremos o caminho
Em um mesmo caminho
Unindo nossos ombros
Para assim levantar
Aqueles que caíram
Gritando liberdade!
Haverá um dia
Em que todos
Ao olhar para cima
Veremos uma terra
Libertem-no!
Os sinos vão tocar
Dos campanários
E os campos desertos
Vão voltar a granar
Umas espigas altas
Dispostas para o pão!
Para um pão que nos séculos
Nunca foi repartido
Entre todos aqueles
Que fizeram o possível
Por empurrar a história
Para a liberdade
Haverá um dia
Em que todos
Ao olhar para cima
Veremos uma terra
Libertem-no!
Também será possível
Que bela manhã
Nem tu, nem eu, nem o outro
Vamos vê La
Mas temos de a empurrar
Para que possa ser!
Que seja como um vento
Que arranque os miudezas
Surgindo a verdade,
E limpe os caminhos
De séculos de destruição
Contra a liberdade!
Haverá um dia
Em que todos
Ao olhar para cima,
Veremos uma terra
Libertem-no!