La Vela Puerca — De Atar letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "De Atar" de La Vela Puerca.
Letra
Hay algo que ya no puedo contener
Me tira un sueño y no le puedo contestar
Arranca sola y no se va a detener
Caigo de tripa, no me va a dejar volar
Me pregunta si hoy traigo mi fe Siempre quiere saber aunque sea un poco mas
Si no me cuelgo no me puedo poner
A dar patadas a mi propio malestar
Va a descubrir porque ahora no quiero pensar
Y me va a reprimir la locura apunto de empezar
Me tiro al suelo y no me quiero parar
Y si me paro va a hacer para despegar
Salgo de casa, creo que voy a estallar
Me sale al vuelo y yo que le quiero escapar
Me pregunta si hoy traigo mi sed
Siempre quiere morder aunque sea un poco mas
Se tranca todo y yo me quiero matar
Y me preocupa no tener que mendigar
Va a descubrir porque ahora no quiero pensar
Y me va a reprimir la locura apunto de empezar
Esto no es joda, voy avisando
Me pongo malo y estoy de atar
Solo te cuento que estoy tratando
De ya no perderme mas
Esto no es joda sigo gritando
Voy caminando y quiero volar
Solo te digo que voy tocando
La rabia de los demás
De que manera me voy a destruir
Si con amores o durmiendo el paladar
Con la utopia, la de sobrevivir
Y que mi llanto termine siempre en el mar
Me pregunta si hoy traigo mi red
Siempre quiere romper aunque sea un poco mas
Me gusta todo lo que me haga subir
Pero la vida me convence con bajar
Va a descubrir porque ahora no quiero pensar
Y me va a reprimir la locura apunto de empezar
Esto no es joda, voy avisando
Me pongo malo y estoy de atar
Solo te cuento que estoy tratando
De ya no perderme nunca mas
Esto no es joda, sigo gritando
Voy caminando y quiero volar
Solo te digo que voy tocando
La rabia de los demás
Tradução da letra
Há uma coisa que já não consigo conter
Atira me um sonho e não posso responder
Arranca sozinha e não vai parar
Caio de barriga, não me vai deixar voar
Me pergunta se hoje trago minha fé sempre quer saber ainda que seja um pouco mais
Se não me enforcar não posso vestir
Dar pontapés no meu próprio mal estar
Vai descobrir porque agora não quero pensar
E vai me reprimir a loucura estou prestes a começar
Eu atiro no chão e não quero parar
E se eu parar vai fazer para decolar
Vou sair de casa, acho que vou explodir
Eu vou para o avião e eu quero que ele fuja
Pergunta-me se hoje trago a minha sede
Quer sempre morder mesmo que seja um pouco mais
Ele tranca tudo e eu quero me matar
E preocupa me não ter de implorar
Vai descobrir porque agora não quero pensar
E vai me reprimir a loucura estou prestes a começar
Isto não é merda, vou avisar
Eu fico ruim e estou amarrando
Só estou a dizer que estou a tentar
De não perder mais
Isto não é merda continuo a gritar
Vou a pé e quero voar
Só estou a dizer que estou a tocar
A raiva dos outros
De que maneira me vou destruir
Se com amores ou dormindo o palato
Com a utopia, a de sobreviver
E que o meu choro acabe sempre no mar
Pergunta-me se hoje trago a minha rede
Ele sempre quer quebrar mesmo que seja um pouco mais
Gosto de tudo o que me faça subir
Mas a vida convence me a descer
Vai descobrir porque agora não quero pensar
E vai me reprimir a loucura estou prestes a começar
Isto não é merda, vou avisar
Eu fico ruim e estou amarrando
Só estou a dizer que estou a tentar
De nunca mais me perder
Isto não é merda, continuo a gritar
Vou a pé e quero voar
Só estou a dizer que estou a tocar
A raiva dos outros