La Shica — Vicio letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Vicio" de La Shica.
Letra
Que se me llena la boquita de flores si tú me miras
Si me rozas, si me tocas me encandilas
Y la primavera por mis huesos tirititila
Que se me llena la boquita de flores si tú me miras
Si me rozas, si me tocas me encandilas
Y la primavera por mis huesos tirititila
Te lanzo besos como lilas, eres mi sol
Eres la llama que ilumina mi pechito como un farol
Una lluvia de dedos para mis pétalos en flor
Enrojecía y mimosa soy la flor más olorosa de tu pelo
Cuando el viento de tu silencio siento
Saco un aullido lento y me derramo en tu mano
Me tiro por el suelo y con penita te llamo
Deshojo mis lamentos y los baño sobre rap
O te lloro un bolero que no, que no, que no
Que ya no te amo
Dame tu vicio, dame, dame tu vicio
Dame, dame, tu vicio, dame, dame
Por eso dame tu vicio, dame, dame
Dame la tierra, dame guerra, lo que quieras
Pero tenme viva, hazme tu diva
Dibújame tu huella llévame a las estrellas
A pasar la noche en ellas de postín
La sombra de tus besos por los bordes de mi piel
Caricias de agua, tinta que me dejan de papel
Escríbeme lo que quieres hacerme
Y ponlo al rojo vivo, te quiero, pero quiero retorcerme
Ah, ay! Y retozarme contigo hasta jartarme
Que hoy tengo sabia suficiente para parar la hora
Así que colabora
Dame tu maña que que tumba en las cañas
Envuélveme en tu sábana para dejarme afónica
Soy la sílaba tónica de tu colchón
Dame tu vicio, dame, dame tu vicio
Dame tu vicio, dame, dame tu vicio, dame, dame
Por eso dame
Tradução da letra
Que me enche a boquinha de flores se tu me olhas
Se me esfregares, se me tocares, encandilas-me
E a primavera pelos meus ossos
Que me enche a boquinha de flores se tu me olhas
Se me esfregares, se me tocares, encandilas-me
E a primavera pelos meus ossos
Dou-Te beijos como lilases, és o meu sol
És a chama que ilumina o meu peito como um bluff
Uma chuva de dedos para minhas pétalas em flor
Corava e mimosa sou a flor mais odorosa do teu cabelo
Quando o vento do seu silêncio eu sinto
Eu tiro um uivo lento e derramo na sua mão
Atiro me pelo chão e com a penita ligo te
Desfaço as minhas lamentações e lavo as em rap
Ou choro por um bolero que não, que não, que não
Que já não te amo
Dá-me o teu vício, dá - me o teu vício
Dá-me, dá-me, o teu vício, dá - me, dá-me
Por isso dá-me o teu vício, dá - me, dá-me
Dá-me a terra, dá-me guerra, o que quiseres
Mas mantém-me viva, faz-me a tua diva
Desenha me a tua pegada leva me às estrelas
A passar a noite nelas de postin
A sombra dos teus beijos pelas bordas da minha pele
Carícias de água, tinta que me deixam de papel
Escreve me o que me queres fazer
E põe-no em brasa, amo-te, mas quero contorcer-me
Ah, ai! E brincar contigo até me jartar
Que hoje eu tenho sábio o suficiente para parar a hora
Então colabore
Dá me a tua maña que que Sepultura nas canas
Embrulha me no teu lençol para me deixar afónica
Sou a sílaba tónica do teu colchão
Dá-me o teu vício, dá - me o teu vício
Dá-me o teu vício, dá-me o teu vício, dá - me, dá-me
É por isso que me dás