La Raíz — Radio Clandestina letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Radio Clandestina" de La Raíz.

Letra

Ahí fuera en el patio la lluvia ha limpiado de tierra las piedras
Ahí fuera en el patio hay viva una herida que el tiempo no cierra
Ahí fuera en el patio, ya lleva siglos mofándose el diablo
Y aquí dentro el pueblo es la fiera que espera en la noche atacar
Ahí fuera en el patio desfilan al trote, guerreras mochilas
Ahí fuera en el patio el río se cubre de antorchas en fila
Ahí fuera en el patio suena una radio clandestina
Y aquí dentro el pueblo es la fiera que espera en la noche atacar
Cuentan las viejas del lugar que las canciones tenían vida
Que no hubo bomba que hiciera callar sus dentelladas, su melodía
Cuentan las viejas del lugar que las canciones tenían vida
Que aún no hay un dios que nos pueda callar
Ayer y hoy… suena una radio clandestina
Y canta un artista desde su ventana «estos barrotes son un pentagrama» malditos,
Que el mundo escuche mis gritos
Que vuestros hijos canten al delito y la vida
Que en cada puerta y esquina
Suene una voz descosida
Que aquí dentro el pueblo es la fiera que espera en la noche atacar
Cuentan las viejas del lugar que las canciones tenían vida
Que no hubo bomba que hiciera callar sus dentelladas, su melodía
Cuentan las viejas del lugar que las canciones tenían vida
Que aún no hay un dios que nos pueda callar
Ayer y hoy…
Sigo buscándote, no llego a donde estás
Dicen que te escondieron junto a todos los demás
Siguen creciendo flores, allí donde descansas, salió el sol en la noche
Noche de fuego y balas
Sigo buscándote, no llego a donde estás
Dicen que te escondieron junto a todos los demás
Sigo buscándote, sigo buscándote
Cuentan las viejas del lugar…

Tradução da letra

Lá fora no quintal a chuva limpou as pedras do chão
Lá fora no quintal há uma ferida viva que o tempo não fecha
Lá fora, no pátio, há séculos que o diabo se molesta
E aqui dentro a cidade é a fera que espera na noite atacar
Lá fora, no pátio desfilam ao trote, guerreiras mochilas
Lá fora no pátio o rio fica coberto de tochas seguidas
Lá fora no pátio soa um rádio clandestino
E aqui dentro a cidade é a fera que espera na noite atacar
Contam as velhas do lugar que as canções tinham vida
Que não havia bomba que fizesse calar suas denteladas, sua melodia
Contam as velhas do lugar que as canções tinham vida
Que ainda não há um Deus que nos possa calar
Ontem e hoje suena soa um rádio clandestino
E canta um artista de sua janela" estas barras são um pentagrama " malditos,
Que o mundo Ouça os meus gritos
Que seus filhos cantem ao crime e à vida
Que em cada porta e canto
Soe uma voz descosida
Que aqui dentro a cidade é a fera que espera na noite atacar
Contam as velhas do lugar que as canções tinham vida
Que não havia bomba que fizesse calar suas denteladas, sua melodia
Contam as velhas do lugar que as canções tinham vida
Que ainda não há um Deus que nos possa calar
Ontem e hoje…
Continuo à tua procura, não chego onde estás
Dizem que te esconderam ao lado de todos os outros
Flores continuam crescendo, onde você descansa, o sol saiu à noite
Noite de fogo e balas
Continuo à tua procura, não chego onde estás
Dizem que te esconderam ao lado de todos os outros
Continuo à tua procura, continuo à tua procura
Contam as velhas do lugar…