La Pulqueria — En Paz letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "En Paz" de La Pulqueria.

Letra

¿Porque me buscas donde ya no estoy?
La guerra ha terminado,
las flores secas en mi fosa ya no,
ya no te entregan su olor.
Tal vez me puedas encontrar,
y dar con su verdad podrida,
pero ya nadie va a desenterrar,
ni ganar la batalla perdida.
Estos muertos cantarán,
de verdugos y jugarretas,
este circo nunca acabará,
mientras pronto queremos que sepas,
que la vida todo estabais a perder,
pero no perdéis en la vida,
que las copas sigan llenas por los que aún están,
y despidan a los que se van
Déjanos en paz.
Déjanos en paz.
Baile esqueleto de la guerra alzo,
de percusiones de marfil.
Las lombrices quieren cicatrices rojas, grises y verdes,
No hay guerra en este barraco.
Los cuerpos perdidos de ayer,
hoy saben muy bien quien fue quien,
nuestra muerte es la oportunidad,
que tendréis los vivos para entender,
que la vida todo estabais a perder,
pero no perdéis en la vida,
que las copas sigan llenas por los que aún están
y despidan a los que se van
Déjanos en paz.
Que, que, que este cuerpo ya no es lo que fue y el rascabel por eso.
Déjanos en paz.
Déjanos en paz, démosle un final para empezar,
cuidaos que hay a poco q cuidar,
parece que hasta aquí bastara,
por eso adiós camaradería, adiós,
adiós esposa mía adiós adiós,
vuelve contra lo que no nos dio hoy,
adioooos, ooooohhh¡¡¡
Nunca aflojamos nuestros puños bien cerrados,
ahora pedimos con la palma de la mano,
fue por nosotros que perdimos y luchamos,
y ahora déjanos en paz, déjanos en paz.
Ya no es cosa nuestra, nos da igual.
¿Por qué me buscas donde ya no estoy?
(Gracias a PARCOR CAPULQUERO por esta letra)

Tradução da letra

Porque me procuras onde já não estou?
A guerra acabou,
as flores secas no meu poço já não,
já não te dão o cheiro.
Talvez me possas encontrar,
e encontrar a sua verdade podre,
mas já ninguém vai desenterrar,
nem ganhar a batalha perdida.
Estes mortos cantarão,
de carrascos e brincadeiras,
este circo nunca vai acabar,
enquanto em breve queremos que saibas,
que a vida era tudo a perder,
mas não perdeis na vida,
que os copos continuem cheios pelos que ainda estão,
e despedam os que se vão embora
Deixa-nos em paz.
Deixa-nos em paz.
Dança esqueleto da guerra alzo,
de percussões de marfim.
As minhocas querem cicatrizes vermelhas, cinzentas e verdes,
Não há guerra neste barraco.
Os corpos perdidos de ontem,
hoje eles sabem muito bem quem foi quem,
a nossa morte é a oportunidade,
que terão os vivos para entender,
que a vida era tudo a perder,
mas não perdeis na vida,
que os copos continuem cheios pelos que ainda estão
e despedam os que se vão embora
Deixa-nos em paz.
Que, que, que este corpo já não é o que foi e o rascabel por isso.
Deixa-nos em paz.
Deixe-nos em paz, vamos dar-lhe um final para começar,
cuidado que há pouco q cuidar,
parece que até aqui chega,
por isso adeus camaradagem, adeus,
adeus minha esposa adeus adeus,
volta contra o que não nos deu hoje,
adioooos, ooooohhh¡¡¡
Nós Nunca afrouxamos nossos punhos bem fechados,
agora pedimos com a palma da mão,
foi por nós que perdemos e lutamos,
e agora deixa-nos em paz, deixa-nos em paz.
Já não é coisa nossa, não nos interessa.
Porque me procuras onde já não estou?
(Graças a PARCOR CAPULQUERO por esta letra)