La Portuaria — Donde Hubo Fuego letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Donde Hubo Fuego" de La Portuaria.

Letra

¿Por qué veo a través de otra mirada?
¿Por qué escucho a través de los parlantes?
¿Por qué entiendo a través de los silencios?
Te estoy ablando a través de un instrumento
¿Por qué la luna se ve como una esfera
Cuando es menguante y no cuando está llena?
¿Por qué cuando buscamos, no encontramos?
Y sólo hallamos cuando estamos desatentos
Donde hubo fuego cenizas quedan
Donde hubo amor qué queda…
Dime cariño, si las cosas están hechas de
Materia
¿de qué están hechos los sentimientos?
¿De qué tus emociones?
¿De qué los pensamientos?
¿Es el amor esa fuerza misteriosa
Que guarda un tiempo propio de si mismo?
Que tras los días eternos, infinitos
Rompe el hechizo de la repetición
Donde hubo fuego cenizas quedan
Donde hubo amor, qué queda, qué queda
El tiempo del reloj no es el tiempo de las almas
No querida mía, no cariño mío;
Las cosas no se resuelven con palabras
No somos islas, tal vez somos arena
No soy una roca, soy toda la piedra
Somos la sed y el agua que la calma, dices:
Si cariño mío, si querido mío
¿La soledad será un útil consejero?
En lo más hondo de este silencio
Escucho un grito que viene de mis huesos
En este diálogo estábamos errados
Cada palabra que tu boca enunciaba
Era un error que no estaba en tus ojos
Dices que son el espejo del alma…
Donde hubo fuego cenizas quedan
¿Donde hubo amor qué queda?

Tradução da letra

Por que eu vejo através de outro olhar?
Por que eu ouço através dos alto-falantes?
Por que eu entendo através dos silêncios?
Estou a ablá lo através de um instrumento
Por que a lua parece uma esfera
Quando é minguante e não quando está cheia?
Por que quando procuramos, não encontramos?
E só encontramos quando estamos desatentos
Onde havia fogo cinzas permanecem
Onde houve amor o que resta…
Diga-me querida, se as coisas são feitas de
Matéria
de que são feitos os sentimentos?
De que suas emoções?
De que pensamentos?
O amor é essa força misteriosa
Que guarda um tempo próprio de si mesmo?
Que depois dos dias eternos, infinitos
Quebre o feitiço da repetição
Onde havia fogo cinzas permanecem
Onde havia amor, o que resta, o que resta
O tempo do relógio não é o tempo das almas
Não minha querida, não minha querida;
As coisas não são resolvidas com palavras
Não somos Ilhas, talvez sejamos areia
Não sou uma pedra, sou toda a pedra
Somos a sede e a água que a acalma, você diz:
Sim meu querido, sim meu querido
A solidão será um conselheiro útil?
No fundo deste silêncio
Ouço um grito vindo dos meus ossos
Neste diálogo estávamos errados
Cada palavra que a tua boca enunciava
Foi um erro que não estava nos teus olhos
Você diz que eles são o espelho da alma…
Onde havia fogo cinzas permanecem
Onde houve amor o que resta?