La Fuga — Mundo raro letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Mundo raro" de La Fuga.
Letra
Ya es negro el mar como el betún de tus zapatos,
negras son tus mentiras, sabes de que hablo.
Hoy ha perdido la guerra la flor con el asfalto,
¿por dónde puedo escapar de este mundo raro?
Me he acostumbrado a comer mientras suenan disparos,
noticias tristes, buen telediario.
Humanos contra humanos, fácil desangrarnos,
¿por dónde puedo escapar de este mundo raro?
Y por la calle de la alegría no pasa nadie, nadie mira.
Oigo en la radio cien mil canciones y todas parecen la misma.
¿Quién me alegrase el día?
Viviré lejos del asfalto, lejos de tu piel.
Menos mal, sigue siendo gratis soñar.
Esta vez hice la maleta para no volver,
subiré a las montañas, me verás en la más alta,
allí me quedaré.
Lo ves en televisión, se matan las banderas,
ninguna puede gustarme, todas son horrendas,
siguen ganando los mismos, los que llenan el saco.
Tanto ruido no entiende por qué yo canto.
Y por la calle de la alegría no pasa nadie, nadie mira.
Oigo en la radio cien mil canciones y todas parecen la misma.
¿Quién me alegrase el día?
Viviré lejos del asfalto, lejos de tu piel.
Menos mal, sigue siendo gratis soñar.
Esta vez hice la maleta para no volver,
subiré a las montañas, me verás en la más alta,
allí me quedaré.
Viviré lejos del asfalto, lejos de tu piel.
Menos mal, sigue siendo gratis soñar.
Esta vez hice la maleta para no volver.
Tradução da letra
Já é preto o mar como o betume dos teus sapatos,
negras são as tuas mentiras, sabes do que estou a falar.
Hoje perdeu a guerra a flor com o asfalto,
onde posso escapar deste mundo estranho?
Eu me acostumei a comer enquanto os tiros soam,
notícias tristes, bom telejornal.
Humanos contra humanos, fácil sangrar até à morte,
onde posso escapar deste mundo estranho?
E pela Rua da alegria ninguém passa, ninguém olha.
Ouço no rádio cem mil músicas e todas parecem as mesmas.
Quem me alegrou o dia?
Vou viver longe do asfalto, longe da tua pele.
Graças a Deus, ainda é livre para sonhar.
Desta vez fiz a mala para não voltar,
vou subir às montanhas, ver-me-ás na mais alta,
vou ficar lá.
Você vê na TV, as bandeiras são mortas,
nenhuma Pode gostar de mim, todas são horrendas,
continuam a ganhar os mesmos, os que enchem o saco.
Tanto barulho não entende por que eu canto.
E pela Rua da alegria ninguém passa, ninguém olha.
Ouço no rádio cem mil músicas e todas parecem as mesmas.
Quem me alegrou o dia?
Vou viver longe do asfalto, longe da tua pele.
Graças a Deus, ainda é livre para sonhar.
Desta vez fiz a mala para não voltar,
vou subir às montanhas, ver-me-ás na mais alta,
vou ficar lá.
Vou viver longe do asfalto, longe da tua pele.
Graças a Deus, ainda é livre para sonhar.
Desta vez fiz a mala para não voltar.