Klimt 1918 — Skygazer letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Skygazer" de Klimt 1918.
Letra
'Til the colours dissolve a slight difference in the air I feel.
Whatever wind says I am that’s what I’m not.
I don’t cry over you.
My hands are so cold, my face is so pale.
With more sky than words I live.
Season has changed, each loss of my breath I gaze the blue.
I never see stars again, I have them on my knees.
Heaven trickles down the drain.
Still showing my teeth to the great vast vault,
I want to sweat out fears.
I’ll cover my shame with salt sky waves
bathing all my limbs away.
I want the (whole) world to know how I cried
how my spirit flew.
'Til the blue sky involves a slight difference
in this life I make.
Notwithstanding the untold,
the universe is mine, in this basement I hold (out).
My hands are so cold
my face is so pale. With more sky than words I live.
Season has changed, each loss of my breath
I gaze the blue.
I never see stars again, I have them on my knees.
Heaven trickles down the drain.
Still showing my teeth to the great vast vault,
I want sweat out fears.
I’ll cover my shame with salt sky waves
bathing all my limbs away. I want the (whole) world
to know how my spirit flew, how my eyes and skies unite.
Tradução da letra
Até que as cores dissolvam uma pequena diferença no ar que sinto.
Seja o que for que o vento diga que sou, é o que não sou.
Não choro por ti.
As minhas mãos estão tão frias, a minha cara está tão pálida.
Com mais Céu do que palavras Eu vivo.
A época mudou, cada perda de fôlego vejo o azul.
Nunca mais vejo estrelas, tenho-as de joelhos.
O céu escorre pelo ralo abaixo.
Ainda a mostrar os meus dentes ao grande cofre,
Quero suar os medos.
Cobrirei a minha vergonha com ondas do céu salgadas
a lavar todos os meus membros.
Quero que o mundo saiba como chorei
como o meu Espírito voou.
Até o céu azul envolver uma pequena diferença
nesta vida que faço.
Não obstante o incalculável,
o universo é meu, nesta cave que eu guardo.
As minhas mãos estão tão frias.
a minha cara está tão pálida. Com mais Céu do que palavras Eu vivo.
A época mudou, cada perda de fôlego
Olho para o azul.
Nunca mais vejo estrelas, tenho-as de joelhos.
O céu escorre pelo ralo abaixo.
Ainda a mostrar os meus dentes ao grande cofre,
Quero suar os medos.
Cobrirei a minha vergonha com ondas do céu salgadas
a lavar todos os meus membros. Eu quero o (todo) mundo
saber como o meu Espírito voou, como os meus olhos e céus se uniram.