Kinto Sol — Mi banda letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Mi banda" de Kinto Sol.
Letra
Mi abuelo murio trabajando en la tierra
Nunca salió del monte siempre estuvo en la sierra
Cuando yo era niño me regalo un azadón
Te encargo la tierra si un día falto yo
De día y de noche el trabajaba sin parar
Pero un cacique lo quería despojar
Como se pudiera de cualquier manera
Aunque de coraje mi abuelo se muriera
La muerte llego y se tuvo que marchar
Su alma de tarasco tuvo que volar
Con lágrimas mi tata yo te vuelvo a recordar
Te prometo que esas tierras yo las vuelvo a sembrar
Tu alma mi tata yo la tengo que vengar
Aunque el azadón por un rifle lo tenga que cambiar…
((REMIX))
Los hijos del maíz
((CORO x2))
A los hijos del maíz
A los hijos del maíz los hijos del maíz
Los han echo sufrir
Los han hecho sufrir y los quieren ver morir
Dueño de nada en un mundo inseguro
Medio comiendo un pan medio duro
Esclavo del hambre miseria violencia
A veces aprendes a no tener conciencia
Trabajos no hay dinero esta escaso
Políticos con feria no nos hacen caso
Esto es un fracaso cada día que paso
Un nuevo partido es otro Madrazo
Le llaman democracia «SI COMO NO» me causa gracia
Pero mas dolor y me deja un mal sabor
Yo ala muerte le eh perdido el temor
No se si morir sea el remedio mejor
Nuevas caras nuevas leyes falsas ilusiones
Ah pasado tanto tiempo que eh llegado a conclusiones
Atención
Los hijos del maíz
Ala hierba mala hay que arrancarle la raíz
((CORO x2))
A los hijos del maíz
A los hijos del maíz los hijos del maíz
Los han echo sufrir
Los han hecho sufrir y los quieren ver morir
Te han hecho sufrir por no tener nada
La pobreza sigue por que nunca se acaba
La gente más jodida es la más involucrada
Ven todo el problema y no se resuelve nada
((REMIX))
Los hijos del maíz
500 años escondida la verdad
5 generaciones en la oscuridad
Llego la luz término la tempestad
El gigante dormido vuelve a despertar
El alma del che me aconseja
Villa me dice mochales la oreja
Por fin esta lucha se encuentra pareja
Con gusto termino con toda la nobleza
Somos hijos del maíz protegiendo la raíz
Maldita la miseria de nuestro país
Desde la matriz arranco yo el problema
Eliminando al corrupto y cruel sistema
Llego la etapa espiritual donde la batalla es un tal por cual
Lo que das recibes lo injusto lo impides
Si no es así te mereces donde vives
((CORO x2))
A los hijos del maíz
A los hijos del maíz los hijos del maíz
Los han echo sufrir
Los han hecho sufrir y los quieren ver morir
El cambio se da con sacrificio
Como el dolor que causa un orificio
Vale la pena si se obtiene el beneficio
Busco las armas quiero cambiar de oficio
Liberarme de este ciclo vicioso
El indio sigue pobre y el rico poderoso
Muero yo de sed siendo dueño del pozo
Ah esos responsables merecen calabozo
Todos coludos o todos rabones
Los gritos de zapata hacen a los perrones
Rugen los cañones suenan los tambores
Les llego la hora a los impostores
Subraya los problemas busca la solución
No quiero que esta letra sea una simple canción
Mueres ó lloras luchas ó imploras tus acciones en la
Historia que es lo que dirán
((CORO x2))
A los hijos del maíz
A los hijos del maíz los hijos del maíz
Los han echo sufrir
Los han hecho sufrir y los quieren ver morir
La historia nos recuerda todos los tropiezos
Que hemos tenido a lo largo de nuestra vida
Sin embargo continuamos cayendo en los mismos errores
Seguimos siendo sicológicamente controlados
Dominados y para poder romper este ciclo
Se necesita una iniciativa individual con mucha disciplina
Cada uno de nosotros tenemos que terminar con el egoísmo
Eliminando el yo y remplazándolo con el nosotros
De la misma manera que nuestros antepasados coexistían
Colectivamente de una manera más espiritual
Nosotros somos descendientes de una raza pura única
Con mucho conocimiento no dejemos morir nuestro pasado
Hay que rescatarlo de las garras de materialismo del egoísmo
De la ignorancia
Por que todo esto en conjunto es la cuna
Donde nace la envidia la traición y el racismo
Y todas las energías negativas que en atacado a nuestra gente
Por más de 500 años es tiempo de reparar los daños
Alas razas de los cosmos
Los hijos del maíz
(Gracias a rokola_666 por esta letra)
Tradução da letra
O meu avô morreu a trabalhar na terra
Nunca saiu do monte esteve sempre na Serra
Quando eu era criança ofereci me uma enxada
Eu trato da terra se um dia eu faltar
De dia e de noite ele trabalhava sem parar
Mas um cacique queria despojá lo
Como você poderia de qualquer maneira
Mesmo que de coragem o meu avô morresse
A morte chegou e teve que sair
Sua alma de tarasco teve que voar
Com lágrimas a minha tata eu volto a lembrar te
Prometo te que essas terras eu as plantarei de novo
A tua alma a minha tata tenho de a vingar
Mesmo que o enxadão por uma espingarda o tenha que trocar…
((REMIX))
Os filhos do milho
((CORO x2))
Aos filhos do milho
Os filhos do milho, os filhos do milho
Fizeram nos sofrer
Fizeram-nos sofrer e querem vê - los morrer
Dono de nada em um mundo inseguro
Meio comendo um pão meio duro
Escravo da fome, miséria, violência
Às vezes, você aprende a não ter consciência
Empregos não há dinheiro está escasso
Políticos com feira não nos dão ouvidos
Isto é um fracasso todos os dias que passo
Um novo jogo é outro Madrazo
Chamam-lhe democracia "se COMO não", isso dá-me graça
Mas, mais dor e me deixa um gosto ruim
Eu perdi o medo da morte
Não sei se morrer é o melhor remédio
Novas caras, novas leis falsas ilusões
Já passou tanto tempo que cheguei a conclusões
Atenção
Os filhos do milho
A erva daninha tem de arrancar lhe a raiz
((CORO x2))
Aos filhos do milho
Os filhos do milho, os filhos do milho
Fizeram nos sofrer
Fizeram-nos sofrer e querem vê - los morrer
Fizeram te sofrer por não teres nada
A pobreza continua porque nunca acaba
As pessoas mais fodidas são as mais envolvidas
Eles vêem todo o problema e nada é resolvido
((REMIX))
Os filhos do milho
500 anos escondida a verdade
5 gerações no escuro
Chego a luz termo a tempestade
O gigante adormecido volta a acordar
A alma do che me aconselha
Villa me diz mochales a orelha
Finalmente esta luta é um casal
Com prazer termino com toda a nobreza
Somos filhos do milho, protegendo a raiz
Maldita miséria do nosso país
Da matriz eu arranco o problema
Eliminando o corrupto e cruel sistema
Chego a etapa espiritual onde a batalha é um tal por qual
O que você dá recebe o injusto o impede
Se não mereces onde vives
((CORO x2))
Aos filhos do milho
Os filhos do milho, os filhos do milho
Fizeram nos sofrer
Fizeram-nos sofrer e querem vê - los morrer
A mudança é dada com sacrifício
Como a dor que causa um buraco
Vale a pena se o lucro for obtido
Procuro as armas quero mudar de profissão
Libertar-me deste ciclo vicioso
O índio continua pobre e o rico, poderoso
Eu morro de sede sendo dono do poço
Ah esses responsáveis merecem calabouço
Todos coludos ou todos rabões
Os gritos de zapata fazem os perrones
Rugem os canhões soam os tambores
Chegou a hora dos impostores
Sublinhe os problemas procure a solução
Não quero que esta letra seja uma simples canção
Você morre ou chora luta ou implora suas ações na
História que é o que dirão
((CORO x2))
Aos filhos do milho
Os filhos do milho, os filhos do milho
Fizeram nos sofrer
Fizeram-nos sofrer e querem vê - los morrer
A história nos lembra de todos os tropeços
Que tivemos ao longo da nossa vida
No entanto continuamos a cair nos mesmos erros
Ainda somos controlados psicologicamente
Dominados e para poder quebrar este ciclo
É necessária uma iniciativa individual com muita disciplina
Cada um de nós tem que acabar com o egoísmo
Eliminando o eu e substituindo o com o nós
Da mesma forma que nossos ancestrais coexistiam
Coletivamente de uma maneira mais espiritual
Nós somos descendentes de uma raça pura única
Com muito conhecimento não deixemos morrer o nosso passado
É preciso resgatá lo das garras do materialismo do egoísmo
Da ignorância
Porque tudo isso em conjunto é o berço
Onde nasce a inveja, a traição e o racismo
E todas as energias negativas que atacaram o nosso povo
Por mais de 500 anos é hora de reparar os danos
Asas raças do cosmos
Os filhos do milho
(Graças a rokola_666 por esta letra)