Kaze — Interés letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Interés" de Kaze.

Letra

Yo', ka a zeta e, cartagena… 600 está en la casa,
sí, sí, esto es…
interés, interés, interés, oh yes,
cómo cambia todo, hermano,
ya no te extienden la mano
para ayudar sino para robar de ti.
a mí me cansa ya esta mierda,
caerte, levantarte, volverte a dar con la piedra,
con más ojos que una araña debo andar por la tierra,
puertas que se te abren, amigos que se te cierran.
pan para hoy y hambre para mañana, nada,
yo quiero pan para hoy y carne para mañana, por la mama,
compara querer acaparar por la cara
o ver que quieren disparar al que quieres sin parar la bala.
dices que el rap va en decadencia, hijo de puta,
y en los teloneros sales a fumar y entras para el prota,
apoyo al que respeta y se mantiene en lo que piensa,
no al toyaco que quiere hacerse el listo pero es un mierda.
«¡ou shit!» piensan los del fondo de la sala,
«vaya bullshit» dicen por redes chicos sin cara,
voy a ver si rapeando lo que escondo hablando va mejor,
mucho se equivoca el que dice que no sirve un perdón.
por dios que me cago en el demonio,
cómo no le voy a hacer el al folio con todo lo que dolió,
el frío es obvio, ebrio más que sobrio,
sonrío por no llorar en bastantes noches de insomnio,
no soy un cobarde sólo sé a lo que me expongo
y ahora mismo hay un combate a vida o muerte en este rondo.
voy al bar solo y le digo «pon dos» que el amor no es para tanto
y no estamos paseando en la noria de london.
me agarro a las palabras de papá y no a un amuleto,
yo supe no actuar cuando debía de estarme quieto,
empiezo por el principio y ya no sé dónde acabo
igual que pasa cuando estoy fuera de casa y doy el primer trago,
igual que cuando hago el amor,
unas me lo piden siempre duro y otras por favor,
pero sé que no vale nada, que yo también empecé desde cero,
mientes más que yo diciendo «yo más» después de un «te quiero».
voy lento, la prisa nos mataba, ¿no?
(la prisa nos mataba, ¿no?, la prisa nos mataba, ¿no?)
voy lento, la prisa nos mataba.
hace tiempo que no duermo bien,
que las hadas ya no pasan como siempre,
debo hacer lo que yo quiera para la gente me ve,
todo lo saco desde dentro y cuento todo lo que sé
de los que van a hacerme daño, cómo no,
micrófono en mano, en escenario mi adversario y yo,
dónde están los falsos que decían que estarían ahí,
la cima es muy grande y de momento no te veo venir.
(no, no, no, no, no, no… no, no, no, no, no, no, no, no,
no, no, no, no, no, no…
la cima es muy grande y de momento no te veo venir)
interés, interés, interés, oh yes,
cómo cambia todo, hermano,
ya no te extienden la mano
para ayudar sino para robar de ti.
(Gracias a Jesús Álvarez por esta letra)

Tradução da letra

Eu', ka a zeta e, cartagena Cart 600 está na casa,
sim, sim, isto é…
interesse, interesse, interesse, oh yes,
como tudo muda, irmão,
já não te estendem a mão
para ajudar, mas para roubar de ti.
a mim já me cansa esta merda,
cair, levantar-se, voltar a encontrar a pedra,
com mais olhos que uma aranha devo andar pela terra,
portas que se abrem, amigos que se fecham.
pão para hoje e fome para amanhã, nada,
eu quero pão para hoje e carne para amanhã, pela mama,
compare querendo monopolizar pelo rosto
ou ver que querem atirar no que querem sem parar a bala.
dizes que o rap está em decadência, filho da puta,
e nos teloneiros sais para fumar e entras para o prota,
apoio ao que respeita e permanece no que pensa,
não o toyaco que quer ser esperto, mas é uma merda.
"ou shit!"pensam os do fundo da sala,
"Uau bullshit" dizem por redes caras sem rosto,
vou ver se rap o que escondo a falar vai melhor,
muito se engana aquele que diz que não serve um perdão.
por amor de Deus estou a cagar me para o diabo,
como não vou fazer o folio com tudo o que doeu,
o frio é óbvio, bêbado mais do que sóbrio,
eu sorrio para não chorar em algumas noites sem dormir,
não sou um cobarde só sei ao que me exponho
e agora há um combate à vida ou à morte neste rondo.
vou ao bar sozinho e digo "Põe dois" que o amor não é assim tão mau
e não estamos a passear na roda gigante de Londres.
agarro me às palavras do Pai e não a um amuleto,
eu sabia não agir quando devia estar quieto,
começo pelo princípio e já não sei onde acabo
tal como acontece quando estou fora de casa e dou a primeira bebida,
como quando faço amor,
algumas pedem me sempre duro e outras por favor,
mas sei que não vale nada, que eu também comecei do zero,
você mente mais do que eu dizendo "eu mais" depois de um "eu te amo".
estou lento, a pressa matava-nos, não é?
(a pressa nos matava, certo? a pressa matava - nos, certo?)
estou a ir devagar, a pressa matava-nos.
há muito tempo que não durmo bem,
que as fadas já não passam como sempre,
tenho de fazer o que eu quiser para as pessoas me virem,
tiro tudo de dentro e conto tudo o que sei
dos que me vão magoar, como não,
microfone na mão, no palco meu adversário e eu,
onde estão os falsos que diziam que estariam lá,
o topo é muito grande e por enquanto não te vejo a chegar.
(não, não, não, não, não, não... não, não, não, não, não, não, não, não,
não, não, não, não, não, não…
o topo é muito grande e de momento não te vejo a chegar)
interesse, interesse, interesse, oh yes,
como tudo muda, irmão,
já não te estendem a mão
para ajudar, mas para roubar de ti.
(Graças a Jesus Alvarez por esta letra)