Kataklysm — When Time Stands Still letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "When Time Stands Still" de Kataklysm.
Letra
Have you ever felt
Like the walls are closing in Like your world is about to end
Trapped in a place where you can’t escape
Feeling desperate to breath again
To cast away that moment of insanity
And feel no more pain in solitude and despair
I close my eyes and hope to die
Trying to find and understand
The things I left behind
Bring me something to feel
I said…
Bring me somthing to feel
Hear me…
Have you ever felt
Like the walls are closing in Like your world is about to end
Trapped in a place where you can’t escape
Feeling desperate to breath again
To cast away that moment of insanity
And feel no more pain in solitude and despair
I close my eyes and hope to die
Trying to find and understand
The things I left behind
I was denied
Everytime I tried to capture
The reasons to my life
When time stands still you’ll look into my eyes
Wondering why this world has died
«I cannot die… I am forever…»
Tradução da letra
Alguma vez sentiste
Como se as paredes se fechassem como se o teu mundo estivesse prestes a acabar.
Preso num lugar onde não podes escapar
Sentindo-se desesperado para respirar novamente
Para afastar esse momento de insanidade
E não sentir mais dor na solidão e desespero
Fecho os olhos e espero morrer
Tentando encontrar e entender
As coisas que deixei para trás
Traz-me algo para sentir
Eu disse…
Traz-me algo para sentir
Ouve-me.…
Alguma vez sentiste
Como se as paredes se fechassem como se o teu mundo estivesse prestes a acabar.
Preso num lugar onde não podes escapar
Sentindo-se desesperado para respirar novamente
Para afastar esse momento de insanidade
E não sentir mais dor na solidão e desespero
Fecho os olhos e espero morrer
Tentando encontrar e entender
As coisas que deixei para trás
Fui negado.
Sempre que tentava capturar
As razões para a minha vida
Quando o tempo parar, vais olhar-me nos olhos.
A perguntar-me porque é que este mundo morreu
"Eu não posso morrer ... Eu sou para sempre…»