Kaoteon — Provenance of Hatred letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Provenance of Hatred" de Kaoteon.
Letra
I bid you welcome to my gallery*
Where my paintings are beheld by the few
The ones who swam across murky waters
And life fed their hunger with despair
Those who enswathed their cold bodies
With the stars of the pale horizon
Acknowledged sympathy of no form
And feasted upon the morbid banquets of hatred
Within the paintings of my gallery
Lurks evil of mortal deeds
Within the walls of my gallery
Forever your are marked as the child of Cain
Marks of pain, marked as the scion of Cain
Denounced for a sect you were abducted unto
Exiled for what was forced upon you
Ostracized for falling to the temptation of a dissimilar love
Enter the suicidal fences
The lair of long dormant hatred
Prejudice is what nourishes my Elysium
In a bleeding state of attaint they’ll make you dwell
Bane of religion? Or bane of your fanatic existence?
Maggots claiming to be unite under the name of one God!
You’ve buried your God with your retarded manners
You’ve soaked your religion in crimson stained shame
Carved upon our foreheadsthe mark of Cain
Heavily our bodies totter
Holding the mark of the slain
I bid you farewell from my gallery
Blessed you are for marching this field of crucifixion
Blessed you are for inhaling its putrid air
Blessed forever we’ll be with this mark of damnation
Tradução da letra
Dou-vos as boas-vindas à minha galeria.*
Onde as minhas pinturas são vistas pelos poucos
Os que nadavam em águas turvas
E a vida alimentava a sua fome de desespero
Aqueles que escravizaram os seus corpos frios
Com as estrelas do horizonte pálido
Simpatia reconhecida de nenhuma forma
E banqueteou-se com os banquetes mórbidos do ódio
Dentro das pinturas da minha galeria
Esconde o mal das acções mortais
Dentro das paredes da minha galeria
Para sempre estás marcado como o filho de Caim
Marcas de dor, marcadas como o descendente de Caim
Denunciado por uma seita a que foste raptado
Exilado pelo que vos foi imposto
Ostracizado por cair na tentação de um amor diferente
Entre as cercas suicidas
O covil do ódio adormecido
Preconceito é o que alimenta o meu Elysium.
Num estado sangrento de resistência, vão fazer-te habitar.
Bane da religião? Ou bane da tua existência fanática?
Vermes que afirmam estar unidos em nome de um Deus!
Enterraste o teu Deus com as tuas maneiras retardadas.
Encharcaste a tua religião de vergonha manchada de carmesim.
Esculpido nas nossas cabeças a marca de Caim
Pesadamente os nossos corpos balançam
Segurando a marca dos mortos
Despeço-me da minha galeria
Abençoado sejas por marchares neste campo de crucificação.
Abençoado sejas por inalar o seu ar pútrido.
Abençoados para sempre estaremos com esta marca de condenação