Junco — Jardín Prohibido letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Jardín Prohibido" de Junco.

Letra

Esta tarde vengo triste y tengo que decirte
Que tu mejor amiga ha estado entre mis brazos
Sus ojos me llamaban pidiendo mis caricias
Su cuerpo me rogaba que le diera vida
Comi del fruto prohibido
Dejando el vestido colgado
De nuestra inconsciencia
Mi cuerpo fue gozo durante un minuto
Mi mente lloraba tu ausencia
No lo volvere a hacer mas
No lo volvere a hacer mas
Pues mi alma volaba a tu lado
Y mis ojos decian cansados que eras tu
Que eras tu, que siempre seras tu
Lo siento mucho, la vida es asi
No la he inventado yo
Si pretendes mirarme los ojos
Y cogido colmado
Yo m he dejado llevar por mi cuerpo
Y me he comportado como un ser humano
Lo siento mucho, la vida es así
No a he inventado yo
Sus besos no me permitieron repetir tu nombre
Y el suyo si
Por eso cuando la abrazaba
Me acordé de ti
Comi del fruto prohibido
Dejando el vestido colgado
De nuestra inconsciencia
Mi cuerpo fue gozo durante un minuto
Mi mente lloraba tu ausencia
Pues mi alma volaba a tu lado
Y mis ojos decian cansados
Que eras tu, que eras tu
Que siempre serás tu
Lo siento mucho, la vida es así
No la he inventado yo
Si pretende al mirarme a los ojos
Y cogidos de la mano
Yo me he dejado llevar por mi cuerpo
Y m he comportado como un ser humano
Lo sietno mucho, la vida es asi
No la he inventado yo

Tradução da letra

Esta tarde venho triste e tenho que te dizer
Que a tua melhor amiga esteve nos meus braços
Seus olhos me chamavam pedindo minhas carícias
O corpo dela implorava me para lhe dar vida
Comi do fruto proibido
Deixando o vestido pendurado
Da nossa inconsciência
Meu corpo foi alegria por um minuto
A minha mente chorava a tua ausência
Nunca mais o farei
Nunca mais o farei
Pois a minha alma voava ao teu lado
E os meus olhos dizem cansados que eras tu
Que eras tu, que sempre serás tu
Sinto muito, a vida é assim
Não fui eu que a inventei
Se queres olhar para os meus olhos
E apanhado apinhado
Eu deixei me levar pelo meu corpo
E eu me comportei como um ser humano
Sinto muito, a vida é assim,
Não fui eu que inventei
Os beijos dela não me permitiram repetir o teu nome
E o seu Sim
Por isso, quando a abraçava
Lembrei me de ti
Comi do fruto proibido
Deixando o vestido pendurado
Da nossa inconsciência
Meu corpo foi alegria por um minuto
A minha mente chorava a tua ausência
Pois a minha alma voava ao teu lado
E os meus olhos dizem cansados
Que eras tu, que eras tu
Que sempre serás tu
Sinto muito, a vida é assim,
Não fui eu que a inventei
Se ele fingir ao olhar nos meus olhos
E de mãos dadas
Eu me deixei levar pelo meu corpo
E eu me comportei como um ser humano
Sinto muito, a vida é assim
Não fui eu que a inventei