Julos Beaucarne — Le cheval de corbillard letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Le cheval de corbillard" de Julos Beaucarne.
Letra
Cher cheval de corbillard
T’as «mors» aux dents et au cul
Ça n' t’empêche pas d'être hilare
De m' dire «tu»
Quand t’as fini ta journée
On s’en va par les prés
Dans le soir, quand la rosée
Est tombée
Tirer des théories de morts
Telle est l’histoire de ta vie
On comprendra sans effort
Qu' t’aimes la vie
L’autre soir, dans un bistrot
Tu m’as dit entre deux pots
«J' suis Socrate incognito
Mon coco»
J' peux les compter sur mes doigts
Les hommes pareils à ce cheval-là
Franc-parler et courageux
Pas un peu
S' déchaussant d’un fer à cheval
Il me dit «Foi d’animal
S’i' s' balance sur ton poitrail
T’arrivera rien d' mal»
Sûr, c’est un peu encombrant
Cette amulette pour géant
Depuis lors, j’ai plus mal aux dents
Non, maman
Mais Socrate réincarné
Ayant dégarni son pied
Mourut d’un coup à la veillée
Quelle destinée !
Seul, j’ai tiré l' corbillard
Où j' l’avais, quel avatar
Hissé. Ce n’est pas une paille
Un cheval !
Et j’ai conduit dans la terre
Ce Pégase si éphémère
Non, jamais je ne donnerai
Mon soulier
Jamais !
Tradução da letra
Caro cavalo funerário
Mordeste os dentes e o rabo
Não te impede de seres hilariante.
Para me dizer " você»
Quando terminaste o teu dia
Vamos sair da floresta.
À noite, quando o orvalho
Cair
Desenhar teorias dos mortos
Esta é a história da tua vida.
Compreenderemos sem esforço
Que amas a vida
Na outra noite, num bistro
Disseste-me entre dois potes
"Eu sou Sócrates incógnito
O meu coco»
Posso contá-los nos meus dedos.
Homens como aquele cavalo
Frank e corajoso
Nem um pouco.
A tirar uma ferradura
Ele diz-me " fé animal
Se eu te balançar no peito
Nada de mal te vai acontecer.»
Claro, é um pouco volumoso.
Este amuleto para gigante
Desde então, tenho mais dores de dentes.
Não, Mãe.
Mas Sócrates reencarnou
Tendo-lhe arrancado o pé
Morreu repentinamente na vigília
Que Destino !
Sozinho, disparei no carro funerário.
Onde o tinha, que avatar
Grua. Não é uma palhinha.
Um cavalo !
E eu dirigi para a Terra
Esta Pegase tão efémera
Não, eu nunca vou dar
O meu sapato.
Nunca!