Julion Alvarez y Su Norteño Banda — Mis Travesuras letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Mis Travesuras" de Julion Alvarez y Su Norteño Banda.
Letra
He contado mil historias, muchos las identifican
Pero en ninguna de todas he sido el protagonista
Si ustedes me lo permiten, les voy a contar la mía
A mi no me causa chiste, lo digo para el que se ría
Voy hablarles de mi vida…
Soy un charro sin bigote, que a su potro se aferraba
Ese que salia del monte con rayones en su cara
Siempre al lado de mi padre, donde quiera me miraba
Si quería emborracharse, yo era el que las destapaba
También el que lo cuidaba…
Así fue pasando el tiempo, nosotros de arriba abajo
Luego llegamos al pueblo, por cierto cuanto lo extraño
Seguí pastoreando vacas, también trabaje en el campo
Nadie me platica nada, tengo callos en mis manos
Me salieron de temprano…
El reloj siguió su pulso y poco a poco fui creciendo
Aunque vague por el mundo, nunca descuide a mis viejo
También hay momentos duros, a veces nos gana el tiempo
En fracción de unos segundo mi papa se me fue al cielo
Fue una navidad recuerdo…
Un saludo a mis amigos y un beso para mi madre
Les aclaro soy el mismo que un día se salio a buscarle
La humildad anda conmigo, esa la traigo en la sangre
Un orgullo siempre he dicho, fue la herencia de mi padre
Creo que me heredero bastante…
Soy un hombre afortunado, no tengo la menor duda
El incierto he batallado y eso es lo que más me gusta
Tengo gente que me aprecia, donde quiera me saludan
Una familia me espera y la pobreza no me asusta
Y mientras Dios me de licencia…
Seguirán mis travesuras…
Tradução da letra
Contei mil histórias, muitas identificam - nas
Mas em nenhuma de todas eu fui o protagonista
Se me permitem, vou contar - vos a minha
A mim não me causa piada, digo-o para quem ria
Vou falar vos da minha vida…
Sou um charro sem bigode, que se agarrava ao seu potro
Aquele que saiu do monte com arranhões na cara
Sempre ao lado do meu pai, onde quer que ele olhasse para mim
Se queria embebedar-se, era eu que as destapava
Também aquele que cuidava dele…
Assim foi passando o tempo, nós de cima para baixo
Então chegamos à aldeia, a propósito, o quanto eu sinto falta dele
Eu continuei pastoreando vacas, também trabalhando no campo
Ninguém me diz nada, tenho calos nas mãos
Saí cedo…
O relógio seguiu seu pulso e pouco a pouco fui crescendo
Mesmo que vagueie pelo mundo, nunca negligencie os meus velhotes
Há também momentos difíceis, às vezes nós ganhamos o tempo
Em alguns segundos o meu pai foi para o céu
Foi um natal lembrança…
Uma saudação aos meus amigos e um beijo para minha mãe
Sou o mesmo que um dia saiu à procura dele
A humildade anda comigo, essa trago no sangue
Um orgulho eu sempre disse, foi a herança do meu pai
Acho que me herdei bastante…
Sou um homem de sorte, não tenho a menor dúvida
O incerto Eu batalhei e é isso que eu mais gosto
Tenho pessoas que me apreciam, onde quer que me cumprimentem
Uma família espera por mim e a pobreza não me assusta
E enquanto Deus me der licença…
Seguirão as minhas travessuras…