Julio Sosa — Guapo y Varón letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Guapo y Varón" de Julio Sosa.

Letra

Guapo y varón
Y entre la gente de avería
Patrón
Por tu coraje y sangre fría…
Impone obediencia
Tu sola presencia
En toda ocasión…
Pero yo se que el puñal de unos ojos oscuros
Ojos cándidos y puros
Se clavó en tu corazón…
Y hoy llorás, malevo fuerte
Vos que nunca lagrimeaste
Ni aflojaste ante la muerte;
Suplicás una mirada
Vos que siempre te copaste
Sin permiso la parada
Ya de audaz no hacés alarde
Pues te duele la rodada
Y aprendiste un poco tarde
Que el guapo se vuelve cobarde
Y no vale prepotencia cuando talla la pasión
Me has confesao
Por el vapor de la bebida
Mareao
Que no te importa ya la vida
Y que antes de verla
Con otro y perderla
Quisieras morir…
Y al recordar que la ingrata burló tu cariño
Sollozabas como un niño
Que aprendió lo que es sufrir

Tradução da letra

Bonito e homem
E entre os povos de falha
Padrão
Pela tua coragem e sangue frio…
Impõe obediência
A tua presença
Em todas as ocasiões…
Mas eu sei que o punhal de olhos escuros
Olhos cândidos e puros
Ele espetou-se no teu coração…
E hoje choraste, malevo forte
Você que nunca rasgou
Nem se soltou antes da morte;
Você implora por um olhar
Você que sempre copiou
Sem permissão a parada
Já não estás a exibir te
Estás com dores de cabeça
E aprendeste um pouco tarde
Que o bonitão se torna covarde
E não vale prepotência quando esculpe a paixão
Confessou Me
Pelo vapor da bebida
Mareao
Que já não te importas com a vida
E que antes de a ver
Com outro e perdê la
Querias morrer…
E ao recordar que a ingrata zombou do teu carinho
Soluçavas como uma criança
Que aprendeu o que é sofrer