Julio Sosa — Dicha Pasada letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Dicha Pasada" de Julio Sosa.
Letra
Ayer cuando te vi tan altanera
Pasear con el que fuese mi rival
Pensé en aquellas quince primaveras
Que dio más hermosura a tu mirar
Pero hoy no sos la misma que eras antes
La luz que hubo en tus ojos se apagó
Tenés una amargura en tu semblante
Que nadie ha de saberla como yo
Y aunque me niegues que has sufrido
Yo bien sé que has vivido
Mil horas angustiosas
Y que en tu pecho se han quedado
Las dichas del pasado
Como marchitas rosas…
Si por otro hombre me dejaste
No quiero reprocharte
Lo mal que me has querido
Vos sos mujer y te perdono
Que al fin con tu abandono
Me has hecho más feliz
Yo soy como la abeja, libre vuelo
Y en pos de otro cariño mi alma va
Pues cuando necesito algún consuelo
Hay otra que a mi vida se lo da
Y ya que fue tu gusto el despreciarme
Jamás nunca a tu lado volveré
Te pago como has sabido pagarme
Y todo aquel pasado olvidaré
Tradução da letra
Ontem, quando te vi tão altaneira
Passear com o meu rival
Pensei naquelas quinze primaveras
Que deu mais beleza ao seu olhar
Mas hoje não és a mesma que eras antes
A luz nos teus olhos apagou se
Tens uma amargura no teu rosto
Que ninguém deve saber como eu
E mesmo que me negues que sofreste
Eu bem sei que viveste
Mil horas angustiantes
E que no teu peito ficaram
As ditas do passado
Como murchas rosas…
Se por outro homem me deixaste
Não te quero censurar
Como me amaste mal
Tu és mulher e eu perdoo te
Que finalmente com o teu abandono
Fizeste Me mais feliz
Eu sou como a abelha, vôo livre
E em busca de outro amor minha alma vai
Bem quando eu preciso de algum conforto
Há outra que dá à minha vida
E já que foi o teu prazer desprezar me
Nunca nunca ao teu lado voltarei
Pago te como soubeste pagar me
E todo aquele passado esquecerei