Julio Preciado y Su Banda Perla del Pacífico — Las Dos Monedas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Las Dos Monedas" de Julio Preciado y Su Banda Perla del Pacífico.

Letra

Soy el mas desdichado del mundo
Y la culpa la tiene este vicio
Me dejo la mujer que tenia ahora pierdo tambien a mi hijo
El jamas supo lo que era un padre
Por que yo andaba siempre borracho
El pidiendo en la calle limosna
Para que yo siguera tomando
Una noche llovio hasta el invierno
Llego el pobre hasta donde yo estaba
Y me dijo perdon papasito
Ahora si que no me dieron nada
Tengo hambre y tambien mucho frio
Por favor hoy no me digas nada
Pero yo ciego de tanta ira
Le golpie hasta casi matarlo
Y le dije te vas a la calle
Ya no pienso seguirte aguantando
Ya no tienes ni casa ni padre si no traes
Para seguir tomando
Salio el pobre temblando de frio
Y llorando por lo que le dije
Mientras yo en la casa embrutecido
Sabradios que tanto lo maldije
El alcohol y el sueo me vencieron
Desperte casi ya amaneciendo
Al abrir la puerta de la casa
No crei lo que yo estaba viendo
Alli estaba mi hijo tirado
Habia muerto de hambre y de frio
En su mano le halle dos monedas
Que me traiba pa comprar mas vino
Y yo briago no oi que tocaba
Y asi el pobre murio en el olvido
Por borracho perdi yo a mi hijo
Y a mi esposa que tanto adoraba
Yo le quiero pedir a los padres
Que no le hagan un mal a sus hijos
Tal vez dios me mando este castigo
Por tirarme a la senda del vicio

Tradução da letra

Sou o mais infeliz do mundo
E a culpa é deste vício
Deixo me a mulher que tinha agora também perco o meu filho
Ele nunca soube o que era um pai
Porque eu andava sempre bêbado
A implorar na rua esmola
Para que eu continuasse a beber
Uma noite choveu até o inverno
O coitado chegou onde eu estava
E ele disse me desculpa papasito
Agora não me deram nada
Tenho fome e também muito frio
Por favor hoje não me digas nada
Mas eu cego de tanta raiva
Bati-lhe até quase o matar
E eu disse te vais para a rua
Não vou continuar a aguentar te
Já não tens casa nem pai se não trazes
Para continuar a tomar
Saiu o pobre tremendo de frio
E a chorar pelo que lhe disse
Enquanto eu na casa assombrado
Sacanas que tanto o amaldiçoei
O álcool e o sonho venceram me
Adeus quase de manhã
Ao abrir a porta da casa
Não acreditei no que estava a ver
Ali estava o meu filho deitado
Tinha morrido de fome e frio
Na mão dele encontrei duas moedas
Que me trazia pa comprar mais vinho
E eu briago não ouvi que tocava
E assim, o pobre morreu no esquecimento
Por bêbado perdi o meu filho
E a minha mulher que tanto adorava
Eu quero pedir aos pais
Que não façam mal aos seus filhos
Talvez Deus me tenha ordenado este castigo
Por me atirares ao Caminho do vício