Juicy J — Errbody Wave letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Errbody Wave" de Juicy J.
Letra
Turn a nigga house to a cemetery
Leave’em dead in the dirt, now his ass buried
While he in his front yard that’s gone be his grave
Say goodbye to the hater errbody wave
Now errbody wave, errbody wave
Say goodbye to the hater errbody wave
Errbody wave, errbody wave
Say goodbye to the hater errbody wave
I won’t let a nigga play with me, like a stingy nigga
Leave your body full of dirt, you dingy nigga
Kill a nigga right there in his front yard
Body parts all over like a junk yard
Bread on his head, all I do is say when
My guys see you in the club, beat your brains in Hope that boy got his jewelry on, they takin'
And they reaching in your pockets for them Franklins
Got so many straps, I could be a gun broker
Cuttin' snakes in the grass like a lawnmower
Hundred round drums turn his body into a puzzle
Put that gun to your face, dog, like a muzzle
The ones that’s hatin' the ones who broke, who ain’t got no hustle
I got the magnums for you pussies, I ain’t talking rubbers
So play games if you want, watch me end your credits
Got beef, leave your shirt, bloody red, like spaghetti
Never bought a gun for display, don’t play I’mma shoot
AK, SK, turn them to alphabet soup
I keep them slugs, I’m not a coaster so fuck your mug
Got niggas out here shootin' shit up, I ain’t talking drugs
Bullets wet a dirty nigga, call that making mud
Roll up on 'em, put the flame to 'em, call that smoking bud
Ain’t shit changed I still lock 'em in the trunk
.45 cal, leave his ass dead drunk
Tradução da letra
Transformar a casa de um negro num cemitério
Deixa-os mortos na terra, agora o rabo dele enterrado.
Enquanto ele está no jardim da frente que foi a sua sepultura
Diz adeus à onda de recados odiosos
Agora errbody wave, errbody wave
Diz adeus à onda de recados odiosos
Errbody wave, errbody wave
Diz adeus à onda de recados odiosos
Não vou deixar um preto brincar comigo, como um preto mesquinho
Deixa o teu corpo cheio de sujidade, preto sovina
Mata um preto ali mesmo no jardim dele.
Partes de corpos por todo o lado como uma sucata
Pão na cabeça dele, tudo o que faço é dizer quando
Os meus rapazes viram - te no clube, bateram-te na cabeça na esperança de que aquele rapaz tivesse as jóias, e eles levassem
E estão a meter-se nos teus bolsos por causa dos Franklins.
Tenho tantas correias que podia ser Corretor de armas.
A cortar cobras na relva como um cortador de relva
Cem tambores redondos transformam o seu corpo num puzzle
Aponta essa arma à cara, Cão, como um açaime.
Aqueles que estão a odiar aqueles que faliram, que não têm pressa
Tenho as Magnum para vocês, maricas, não estou a falar de borrachas.
Por isso, joguem jogos se quiserem, vejam-me terminar os vossos créditos.
Tem carne, deixa a camisa, vermelha ensanguentada, como esparguete
Nunca comprei uma arma para exibição, não jogues. vou disparar.
AK, SK, transforma - os em sopa de letras.
Eu fico com as balas, não sou uma base de copos, por isso, que se lixe a tua caneca.
Tenho aqui pretos a disparar merdas, não estou a falar de drogas.
As balas molham um preto sujo, chamam a isso fazer lama
Enrola-os, acende-lhes a chama, chama a isso erva fumegante
Não mudou nada. ainda os tranco na bagageira.
.45 cal, deixa-o morto bêbado.